Archive for 30 noviembre 2012

Avanza queja mexicana contra el país en OMC

noviembre 30, 2012

México DF – El Gobierno mexicano pidió ayer de manera formal a la Organización Mundial de Comercio (OMC) la conformación de un panel arbitral para impugnar las medidas argentinas que, en su opinión, afectan a las exportaciones mexicanas.

La Secretaría de Economía del país norteamericano precisó en un comunicado que presentó la solicitud al considerar que las medidas adoptadas por la Argentina «restringen la importación de mercancías dentro de su territorio y discriminan entre mercancías nacionales e importadas», contraviniendo las reglas de la OMC. Esta petición da seguimiento a las consultas iniciadas por México el pasado 24 de agosto, las cuales se llevaron a cabo de forma coordinada con Estados Unidos y Japón.

Entre las medidas impuestas por el Gobierno argentino, la nota mexicana cita la Declaración Jurada Anticipada de Importación (DJAI) y las licencias no automáticas en forma de certificados de importación, que pueden ser negadas para retrasar o rechazar las importaciones.

El Gobierno mexicano indicó que la Argentina somete la importación de mercancías «a la validación de la DJAI», un documento utilizado como un filtro al ingreso de productos con «criterios discrecionales que retrasan o restringen las importaciones».

Además, criticó que la Argentina exija a importadores de mercancías que asuman ciertos compromisos, entre ellos limitar sus importaciones y equilibrarlas con las exportaciones, realizar inversiones en instalaciones productivas del país y controlar los precios de sus mercancías.

El comunicado destacó que México ha estado trabajando de manera coordinada con EE.UU., Japón y la UE en la solicitud del panel, que «una vez integrado conocerá de la controversia y resolverá el conflicto entre las partes», un proceso que puede prolongarse años.

Controversia

La controversia surgió a raíz de la decisión adoptada por el Gobierno argentino en junio pasado de suspender por tres años la aplicación del Acuerdo de Complementación Económica (ACE) en el sector automotor con México.

México calificó la decisión argentina como unilateral al asegurar que el concepto de suspensión que utilizó para frenar el comercio de autos es ajeno a todo principio de derecho internacional y a las prácticas comerciales.

Argentina tenta aumentar barreiras à entrada de carros brasileiros

noviembre 14, 2012
Autor(es): RENATA VERÍSSIMO
O Estado de S. Paulo – 14/11/2012
 
 Proposta para o novo acordo automotivo, previsto para entrar em vigor em julho de 2013, prevê mais restrições às importações
A entrada em vigor do livre comércio no setor automotivo entre Brasil e Argentina, previsto para julho de 2013, pode ser adiada novamente. Os argentinos apresentaram ao governo brasileiro uma proposta de revisão do acordo automotivo bilateral e sugerem restrições ao comércio. O “Estado” apurou que o documento que está em análise foi considerado um retrocesso. “A proposta não interessa ao Brasil”, afirmou uma fonte.

Em conversas com representantes do Brasil, o governo argentino já tinha manifestado o interesse em revisar o acordo, mas os detalhes sugeridos no documento entregue ao governo brasileiro nos últimos dias não agradaram. Técnicos preparam uma contraproposta para tentar barrar o ímpeto protecionista da Argentina.

A proposta de Buenos Aires quer aumentar, por exemplo, a exigência de uso de conteúdo argentino e prevê um monitoramento por empresa.

Negociadores brasileiros já preveem uma dura batalha nos próximos meses. Embora o novo acordo tenha de ser assinado pelo setor privado dos dois países, para evitar questionamentos na Organização Mundial do Comércio (OMC), é normal que os governos conduzam as negociações.

As empresas brasileiras estão buscando no governo informações sobre a proposta e já admitem que o livre comércio terá de ser adiado, novamente, para tentar um acordo que não prejudique tanto as empresas.

Apesar das dificuldades bilaterais, há um interesse das montadoras, do setor de autopeças e do próprio governo em tentar preservar o regime automotivo entre os dois países.

Saldo comercial. A balança comercial nesse segmento é superavitária para o Brasil. No final do mês, a presidente Dilma Rousseff e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, devem ir a Buenos Aires para um evento privado, a convite da indústria local. Cogita-se em Brasília aproveitar a viagem para realizar uma reunião com o governo argentino.

A entrada em vigor do livre comércio de automóveis, peças e partes entre os dois países vem sendo adiada a cada renovação do acordo. Sob o argumento de que há um desequilíbrio comercial, com déficit para a balança argentina, Buenos Aires tem solicitado a extensão do prazo.

O último documento assinado em 2008, com validade até junho do próximo ano, prevê que o comércio seja liberado em julho de 2013. O acordo tem um mecanismo chamado “flex”, pelo qual para cada dólar importado pela Argentina o país poderá exportar US$ 2,50 para o Brasil sem pagamento de Imposto de Importação. A relação do Brasil é de US$ 1 para US$ 1,95.

Um acordo entre os países é necessário para isentar os produtos de tarifa de importação porque o setor automotivo não faz parte das regras de livre comércio fixadas pelo Mercosul.

Este ano, em razão do novo regime automotivo brasileiro, que traz aumento de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros importados, o Brasil renegociou o acordo automotivo com o México e conseguiu restringir a entrada de automóveis daquele mercado no País com alíquota zero do Imposto de Importação.

A Argentina tentou seguir os passos brasileiros, mas o governo mexicano não aceitou a renegociação e o acordo de cooperação econômica foi suspenso por três anos entre os dois países.

Argentina tem superavit com Brasil

noviembre 14, 2012
Autor(es): » ROSANA HESSEL
Correio Braziliense – 02/11/2012
 
Não à toa o governo brasileiro dá sinais explícitos de insatisfação com a Argentina. As barreiras comerciais impostas pela presidente Cristina Kirchner estão resultando em um alto custo ao país. Em outubro, o país vizinho registrou superavit comercial com o Brasil, de US$ 40 milhões, o primeiro saldo positivo desde junho de 2009, conforme levantamento do presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), as importações brasileiras somaram US$ 1,666 bilhão e as exportações, US$ 1,626 bilhão. “Pela primeira vez, em um mês, a Argentina caiu para o quarto lugar como maior destino dos produtos brasileiros, atrás de China, Estados Unidos e Holanda”, afirmou.

As medidas protecionistas adotadas pelo governo de Cristina fizeram com que as exportações à Argentina despencassem 25,8%, o mesmo recuo nos embarques para a China. Esse tombo é mais que o dobro do declínio de 10,6% observado no conjunto em todas as exportações brasileiras, que somaram US$ 21,76 bilhões no mês passado. Em outubro de 2009, ainda auge da crise financeira global, o volume embarcado pelo país havia recuado 20,3%.

“A China é um parceiro importante para o Brasil. E, como todos os países, está sendo afetada pela crise global. Por isso, o recuo geral das exportações”, explicou a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres. O resultado em relação ao país asiático deveu-se, sobretudo, à retração dos embarques de minério de ferro e petróleo. “O minério de ferro teve queda de preço. Ele é o principal produto da nossa pauta de mercadorias embarcadas para a China”, destacou ela, lembrando que, de janeiro a outubro, houve queda de 26,6% no valor total exportado da commodity. Em quantidade, porém, a variação foi pequena, de 1,3%.

Queixas
Em relação à Argentina, Tatiana demonstrou uma preocupação maior. O país vizinho é um importante destino de produtos industrializados brasileiros e a queda em outubro é decorrente, além das barreiras impostas pelo governo de Cristina, da desaceleração da economia portenha. “O governo está preocupado. Temos nos reunido com frequência com representantes argentinos”, completou. A próxima reunião será semana que vem, ainda sem local definido. Um dos objetivos será tentar solucionar os problemas para obter licença de exportação de setores como o de carne bovina e o de máquinas agrícolas.

No acumulado do ano, as exportações brasileiras recuaram 5,5%, somando US$ 202,3 bilhões. As importações caíram 1,9%, para US$ 184,9 bilhões. O superavit ficou em US$ 17,3 bilhões, 31,6% abaixo dos US$ 25,4 bilhões registrados no mesmo período de 2011. “É evidente que a crise global está afetando o nosso comércio”, reconheceu a secretária do Mdic. O saldo só não foi menor porque as importações de alguns produtos, como veículos, despencaram 30%, graças ao aumento de impostos para os carros que vêm de fora, recordou o consultor Welber Barral.

China passa os EUA

Os Estados Unidos perderam para a China o posto de maior origem das importações brasileiras. “Se esse ritmo continuar até dezembro, será a primeira vez na história que os EUA deixarão de ser o maior exportador de produtos para o Brasil em um ano inteiro”, disse a secretária de comércio exterior do Mdic, Tatiana Prazeres. Os EUA foram os únicos entre os principais parceiros comerciais do Brasil a registrar alta nas exportações de janeiro a outubro: 9,6% em relação a 2011. No mesmo período, a China teve recuo de 6,1%, acima dos 5,5% acumulados das exportações totais.

Paraguay recurre a OMC por trabas argentinas

noviembre 6, 2012

Asunción – Paraguay, suspendido del Mercosur y la Unasur, anunció ayer que recurrió a la Organización Mundial del Comercio (OMC) ante las denuncias de empresarios paraguayos de trabas aplicadas al comercio por parte de la Argentina.

El canciller paraguayo, José Félix Fernández Estigarribia, informó en una rueda de prensa de que el Gobierno recurrió a la asesoría de la OMC ante las denuncias de supuestos cobros excesivos de aranceles y la apertura de los contenedores de productos paraguayos en los puertos argentinos.

«Vamos a hacer una declaración, seguramente. Tenemos que precisar cuáles fueron las violaciones a los acuerdos. Vamos a hacer primero una declaración y seguramente, también, una nota de protesta», abundó el jefe diplomático.

Fernández Estigarribia comentó que los empresarios de su país denunciaron que en las últimas semanas fueron abiertos los contenedores de mercaderías paraguayas en las aduanas argentinas y que «se han hecho unos cobros excesivos que no condicen con los acuerdos».

Explicó que en las próximas horas se reunirá con los empresarios para recibir detalles sobre las supuestas nuevas medidas del vecino país, cuya aplicación, según el canciller, ha sido desmentida por la Embajada de la Argentina en Asunción.

«Si continuasen esas medidas, no cumplirían una vez más lo que ellos (el Gobierno argentino) prometieron».

Agencia EFE

Diario ambito financiero

El Sucre consolida el comercio para la integración

noviembre 5, 2012

Caracas, 13 Jun. AVN.-

El presidente del Consejo Monetario Regional del Sucre, Eudomar Tovar, afirma con notoria seguridad que “Vamos en el camino correcto”, al referirse al impulso que las relaciones comerciales intraregionales, entre actores de los países miembros de la Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América (Alba), han otorgado alSistema Unitario de Compensación Regional como mecanismo de integración financiera.

Las cifras respaldan la frase de Tovar, pues a dos años y medio de su puesta en marcha, las operaciones a través del Sucre pasaron de seis en el 2010 a 667 en los primeros cinco meses de este año, “El mecanismo ya está generando confianza entre los empresarios”, enfatiza.

Esas 667 operaciones de este año, representan 228 millones de sucres, equivalentes a 285 millones de dólares. La meta del 2012 es que se transen 750 millones de sucres (unos 900 millones de dólares) El año pasado se efectuaron un total de 431 operaciones, por un monto de 216 millones de sucres (245 millones de dólares).

Actualmente 112 empresas transan en Sucre, entre las que se encuentran empresas grandes, medianas y pequeñas, de propiedad privada, pública, social y/o mixta. De este grupo, 86,23% son empresas privadas, 9,72% pertenecen al sector público y 4,04% son de propiedad mixta, según la actualización de datos del 07 de junio del Consejo Monetario Regional.

Entre los participantes del sistema de integración financiera en Venezuela, destacan empresas como Pequiven y Sidor que exportan a través del Sucre, mientras que Industrias Diana (propiedad mixta) y Empresas Polar (propiedad privada) destacan como importadoras a través del sistema.

Tovar asegura que quienes “han hecho operaciones por primera vez, han venido realizando la segunda, la tercera y la cuarta”. Incluso, comenta, que uno de los empresarios del sector químico venezolano afirma que en épocas pasadas lograba exportar una sola vez al año, mientras que ahora, con el sucre, es probable que registre cinco operaciones en doce meses.

Tovar explica que la creciente confianza en torno al Sucre se debe a que el mecanismo es flexible, y que permite operaciones rápidas: “el exportador y el importador están pagando o transando sus operaciones inmediatamente” porque la transferencia de dinero es en tiempo real, los Estados ahorran divisas y los exportadores o importadores también “tienen un ahorro desde el punto de vista de las transacciones”.

En el caso de Cuba, quienes han cerrado negociaciones en Sucre afirman que han logrado ahorrase hasta un 5% sobre las operaciones normales. “En Ecuador, han tenido ahorros de 500 y 700 dólares” afirma Tovar, “En el caso de Venezuela tenemos ventajas fabulosas porque no tienes que ir a Cadivi o al Sitme a solicitar divisas, sino que pagas tus operaciones en bolívares e inmediatamente se cruzan”.

Un Sucre para todos

En el sucre no hay limitaciones desde el punto de vista de productos para hacer transacciones, la única condición que existe, es que los productos sean originarios” explica Tovar.

El sistema para la compra y venta de productos entre los países miembros del Alba, se presenta abierto a todas las alternativas comerciales que puedan desarrollarse, respetando desde luego, las leyes internas de cada país, Tovar aclara que “por ejemplo en el caso de Venezuela (para la importación) se requiere autorización para algunos productos por insuficiencia en la producción” es decir, certificado de no producción.

Más allá de estos compromisos legales, el Sucre está abierto a una amplia gama de comerciantes, entre ellos, la pequeña y mediana empresa. “En Bolivia algunos pequeños empresarios manifestaron que han tenido reducción de costos importantes, desde el punto de vista de alguna reducción en las comisiones que se deben pagar por la vía normal del comercio” asegura Tovar.

Popularmente se afirma que “El tiempo es oro” y, en ese sentido, el Sucre representa una gran ganancia para los comerciantes porque los tiempos de transferencia del dinero de un país a otro son rápidos, de hecho, el Consejo Monetario Regional asegura que prácticamente las transacciones son en tiempo real.

El Sucre en Venezuela

Para exportar o importar a través del Sucre en Venezuela es necesario Registrarse en Cadivi; Cerrar acuerdo comercial, importador y exportador deberán firmar un contrato que debe incluir una cláusula donde se indique que la operación se realizará a través del Sucre. Si la decisión de utilizar el Sucre es posterior, de igual modo podrá firmarse un adendum que lo establezca; el precio de la operación se definirá en dólares, pero el abono que hará el comprador será en moneda local.

Por ejemplo, una empresa venezolana que desea importar desde Bolivia, luego de cerrar un acuerdo comercial (contrato) debe pagar en bolívares ante un banco operativo autorizado, privado o público. Posteriormente, la entidad bancaria acreditará los bolívares ante el Banco Central de Venezuela (BCV) que a su vez autorizará la transferencia en sucres hacia el Banco Central de Bolivia, estos sucres son convertidos en moneda local (bolivianos) y depositados en la cuenta del exportador de ese país.

El Sucre inició en Venezuela con los bancos públicos, al principio se autorizaron para éstas transacciones comerciales el Banco de Venezuela, el Banco Industrial, el Banco Bicentenario y el Banco de Comercio Exterior, posteriormente se ha incorporado la banca privada.

Los bancos privados incorporados al Sucre son: Banco de Exportación y Comercio, Banesco, Banco Provincial, Citi, Banco Occidental de Descuento (BOD), Corp Banca, Banco Exterior, BanPlus, Banco Nacional de Crédito, Activo-Banco Universal, BanCaribe, Banco Fondo Común, 100% Banco y Mercantil.

Complementariedad ante la crisis

Este sistema de integración financiera, denominado Sucre nace en 2008 durante la III Cumbre Extraordinaria de Jefes de Estado y de Gobierno del ALBA-TCP realizada en Caracas.

Precisamente en aquel año, el Fondo Monetario Internacional (FMI) pronosticaba una “recesión moderada” para los Estados Unidos Sobre el colapso del mercado de hipotecas de alto riesgo en ese país: “El impacto se ha notado en todo el sistema financiero mundial, incluidos los mercados emergentes que lo sienten con una intensidad cada vez mayor “, afirmaba el FMI.

El informe sobre Perspectivas de la Economía Mundial, de octubre del 2008 del FMI, sentenciaba: “No hay indicios de la recuperación y es probable que esta sea gradual cuando aparezca”. Era el inicio de lo que hoy se reconoce como la crisis económica mundial, que afecta duramente a Europa, y lanza drásticos coletazos por el resto del mundo.

La respuesta del Alba ante ese panorama donde Estados Unidos, el país emisor de dólares (la moneda internacional del sistema monetario mundial desde 1944) estaba visiblemente afectado por una crisis financiera interna, fue proponer un sistema que permitiera el incremento de las relaciones comerciales pero disminuyera el uso de la divisa.

Tanto en el Sucre como en el resto de políticas de los países del Alba, se manejan valores como: la complementariedad, la cooperación, la solidaridad y respeto a la soberanía de los pueblos. El objetivo supremo es “que la fortaleza de los países sean complementarias a sus debilidades” agrega Tovar.

Desde su consolidación, el Sucre tomó en cuenta el tamaño de las economías de los países que lo integran, Tovar explica que “es una unidad de cuenta y está conformada por una canasta de monedas”: el boliviano (Bolivia) el bolívar (Venezuela) el córdoba (Nicaragua) y el dólar (Ecuador).

Para la constitución del Sucre, cada una de las economías hizo aportes de acuerdo a su peso dentro del grupo, en tal sentido Venezuela realizó el mayor aporte, seguida por Ecuador, Cuba, Bolivia y, finalmente, Nicaragua, y es de esta manera como se constituye una canasta de monedas entre la “zona Sucre” como denomina el Alba a la región de países que comercian en sucres.

Dentro del Sucre es importante que las transacciones de importación y exportación mantengan una relación estable, es decir, que no existan países con grandes déficit de importación o países con déficit de exportación. Ya que los déficit advierten que “un país está trabajando en función de otro, es decir, está generando un desequilibrio entre un país que tiene producción y un país que no tiene producción”, aclara Tovar.

De acuerdo al representante del Consejo Monetario Regional, con el Sucre se busca la complementación productiva dentro de un sistema de comercio justo y equilibrado. Tovar señala que en caso de existir desequilibrio “los países más fuertes podrían destruir a los más débiles, desde el punto de vista comercial y eso es lo que no busca el sucre”.

El futuro del Sucre

El Sucre cumple dos funciones, es el Sistema Unitario de Compensación Regional de Pagos, que permite el intercambio de información financiera entre los bancos y funciona como una unidad de cuenta común, de allí su denominación en minúsculas: sucre o sucres.

El mecanismo proyecta seguir consolidándose como un sistema de pagos y, además, espera fortalecer el comercio intraregional a través de su uso. La integración financiera también es parte de los objetivos a largo plazo, mediante la expansión de las redes de interdependencia entre los bancos operativos autorizados para realizar transacciones en sucres.

Adicionalmente, la unidad de cuenta común “el sucre” podría establecerse como punto de referencia para la conformación de una moneda regional para América Latina y el Caribe, aunque habrá un largo camino que andar antes de llegar a ese momento.

Lorena Gil AVN 13/06/2012 13:00

ALBA impuso al SUCRE

noviembre 5, 2012

2/11/2012  |  Como Sistema Único de Compensación Regional

Quito, 20 de septiembre.- El Sistema Único de Compensación Regional de Pagos (SUCRE) se convirtió hoy en un elemento fundamental para el intercambio comercial entre los países miembros de la Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América (ALBA), mediante la utilización de la unidad de cuenta SUCRE en un número de operaciones comerciales cada vez mayor. 

De acuerdo con la prensa ecuatoriana, hasta el 17 de septiembre se habían realizado mil 419 transferencias a través de esta moneda virtual regional, el SUCRE, según registros del Banco Central de Ecuador.

Precisa el diario El Telégrafo que este año las operaciones de comercio exterior se han realizado por valor de 689 millones de dólares, equivalentes a 551 millones de sucres, entre los bancos centrales de Bolivia, Cuba, Venezuela y Ecuador.

La cifra revela que el uso del SUCRE como unidad de cuenta supera en 60 por ciento a lo ejecutado durante todo el año 2011, mientras que para 2012 se estima duplicar los montos procesados en la etapa precedente.

En el caso de Ecuador, señala la fuente, están habilitadas todas las instituciones del sistema financiero para operar con este sistema, el cual, tiene beneficios para los importadores. Entre estos se cita la reducción de costos de transferencia y de los costos de importación, o la eliminación de comisiones del Banco Central a agentes, así como de trámites en los países donde existen mecanismos de control de salida de divisas, además de los precios más bajos para los consumidores.

Informes recientes señalan que las transferencias ejecutadas a través del SUCRE como sistema que sustituye al dólar con mayor dinámica de crecimiento durante el año 2012 en Ecuador son las realizadas desde y hacia el territorio venezolano.

Entre los productos ecuatorianos que más se han exportado hacia Venezuela se encuentran vehículos y accesorios para camiones, cocinas de gas, neveras, leche, papa y atún, mientras las importaciones son de úrea y vacunas.

Ambos Estados esperan elevar el intercambio en esta moneda en 800 millones de dólares para final de año.

[mercosurabc]