Archive for 22 noviembre 2013

Argentina entrega proposta parcial à UE e frustra Brasil

noviembre 22, 2013

22 novembro 2013

publicado por Valor Econômico

Por Daniel Rittner | De Brasília

O governo argentino frustrou negociadores brasileiros e apresentou uma proposta incompleta aos demais sócios do Mercosul para levar adiante as discussões de um esperado acordo de livre comércio com a União Europeia.

 

Antes de levar qualquer coisa aos europeus, o Mercosul faz um esforço para coordenar suas próprias posições. A Argentina deixou de fora da sua proposta três dos quatro eixos que costumam formar um acordo: serviços, investimentos e compras governamentais. Ela só apresentou, nas discussões internas do Mercosul, uma oferta de bens. Ou seja, especificou quais produtos importados da UE poderão ter suas tarifas de importação eliminadas – e em quanto tempo. Mas não fez nenhuma menção à abertura do mercado de serviços, à proteção de investimentos e a margens de preferências em suas licitações públicas para fornecedores europeus. Os demais parceiros do bloco sul-americano fizeram o dever de casa completo e incluíram as quatro áreas na proposta de acordo. Só a Venezuela, que ainda se adapta à tarifa externa comum, está fora das discussões.

 

O compromisso de entregar uma oferta de liberalização comercial à UE, até o fim de dezembro, foi assumido por todo o bloco. O Paraguai, mesmo ainda estando formalmente fora do Mercosul, e o Uruguai já haviam fechado suas propostas. A Argentina vinha fazendo suspense em torno de sua posição nas negociações. Na semana passada, enviou a Brasília uma delegação de ministros para reiterar o interesse em evoluir nas negociações.

 

Logo em seguida, entretanto, houve decepção com o que os argentinos realmente colocaram sobre a mesa. Na sexta-feira, numa reunião em Caracas, o aborrecimento dos técnicos foi tão grande que o encontro acabou horas antes do término previsto.

 

Além de não incluir em sua proposta três áreas importantes em qualquer acordo de livre comércio, o governo argentino levou aos demais sócios do Mercosul uma oferta de eliminação de tarifas que cobre um nível de comércio tido como insuficiente para avançar nas discussões com a UE. Os europeus exigem o fim das alíquotas sobre cerca de 90% de suas exportações ao bloco sul-americano. Uruguai e Paraguai já superaram esse patamar em suas propostas. A Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou uma oferta do Brasil que abrange 87% do comércio. O compromisso argentino ficou abaixo disso.

 

O governo brasileiro tem preferência por conciliar posições e chegar a uma proposta conjunta do Mercosul, mas já levou a Buenos Aires a mensagem de que isso seria impossível com o atual nível de ambição da Argentina.

 

A dúvida, entre os negociadores brasileiros, é se a Argentina deu sua posição definitiva ou ainda está aberta a melhorar sua oferta e incluir as demais áreas. Se não houver melhorias, a única alternativa será ter uma proposta conjunta do Mercosul que envolva as regras gerais do acordo, mas com velocidades diferentes de abertura comercial com a UE. O tempo é curto: o Itamaraty e o Ministério do Desenvolvimento, que coordenam as negociações do lado brasileiro, querem levar essa proposta até o dia 15 de dezembro.

 

Para dar peso político à apresentação da oferta de acordo, os ministros Luiz Alberto Figueiredo e Fernando Pimentel cogitam levar pessoalmente a proposta, em Bruxelas – sede da Comissão Europeia. O Brasil fará uma oferta com ou sem a Argentina.

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Uruguay denunció a la Argentina ante el Mercosur por las trabas portuarias

noviembre 14, 2013

Jueves 14 de noviembre de 2013

En un clima de tensión que no cede,Uruguay planteó una queja ante el Mercosur por las disposiciones del gobierno de Cristina Kirchner que prohíben el trasbordo de cargas de mercaderías en puertos uruguayos, consideradas por José “Pepe” Mujicacomo “violatorias” de la normativa del bloque regional, dijo ayer el canciller uruguayo, Luis Almagro.

“Estas medidas de trasbordos que tomó la República Argentina son medidas que perjudican directamente al Uruguay [y] son violatorias además de normativas de Mercosur, concretamente en el Protocolo de Comercio de Servicios”, declaró Almagro a periodistas.

Por tal motivo, “hemos hecho los planteos correspondientes”, afirmó Almagro, quien también explicó que estas quejas volverán a exponerse en la próxima reunión del Subgrupo de Trabajo 5 del Mercosur -que comprende lo relativo al Transporte- “aún cuando Argentina no asista a la reunión del mismo”.

La queja se formalizó en la reunión de trabajo de ese grupo que tuvo lugar el lunes en Caracas, donde se produjo la ausencia de la delegación argentina, confirmó el presidente del Centro de Navegación, Mario Baubeta, a la local radio El Espectador.

La prohibición argentina se dirige a los puertos de países del Mercosur con los que no tiene acuerdos de reserva de carga. Uruguay constituye el único caso.

Almagro remarcó que “aparte de los procedimientos que correspondan seguir, nuestra voluntad de diálogo y de resolver estos temas” se mantendrá. El funcionario argumentó que “el tribunal del Mercosur puede ser para aquellas cosas que tengan norma de violación de normativa Mercosur; para lo otro, es el ámbito bilateral”.

Por su parte, el diario uruguayo La República expuso los pasos a seguir en caso de que fracasen las gestiones en ese ente. “En caso de no haber acuerdo en dicho Subgrupo, el tema ingresa al ámbito de la Comisión de Comercio del Mercosur. También allí en caso de no prosperar las negociaciones, el reclamo se trataría en el Grupo de Mercado Común (GMC) y finalmente el Consejo de Mercado Común (CMC). En última instancia, Uruguay podría alcanzar que la denuncia sea tratada por un tribunal ad hoc para que pueda mediar entre las partes. De persistir las diferencias, nuestro país podría realizar una denuncia oficial que la estaría dirimiendo otro tribunal de alzada”.

Agentes portuarios locales estiman que la medida argentina afectaría al 25% de la operativa.

Los operadores portuarios consideran la decisión argentina una represalia por una reciente disputa con ese país por el permiso otorgado por Montevideo para que la planta de celulosa UPM- ex Botnia aumentara sus volúmenes de producción.

Argentina, Brasil, Uruguay y Paraguay, son los miembros fundadores del Mercosur, mientras que Venezuela ingresó como miembro pleno en 2012, cuando Asunción fue suspendida por la destitución irregular de Fernando Lugo.

Fuente: la nacion

Valor Econômico – Dilma ensaia estratégia para política externa / Coluna / Sergio Leo

noviembre 11, 2013

Sergio Leo é jornalista e especialista em relações internacionais pela UnB. Escreve às segundas-feiras

O interesse pela associação com o Brasil une as duas principais candidatas que, na próxima semana, se confrontam pela presidência do Chile. A conservadora Evelyn Matthei informou à revista “Qué Pasa” que gostaria de fazer ao Brasil sua primeira viagem após eleita.

Michelle Bachelet, a favorita, já mandou mirar o Brasil como modelo a copiar em matéria de política social e quer o país como aliado econômico, político e estratégico. Seus colaboradores afirmam que a candidata socialista quer apoio brasileiro para rever os rumos de acordos negociados pelo atual presidente chileno, Sebástian Piñera, como a Aliança do Pacífico, com México, Peru e Colômbia.

“A conexão com o Brasil é muito importante, e lastimamos a ausência do país na Aliança do Pacífico”, diz o economista Álvaro Diaz, ex-ministro e ex-embaixador no Brasil, engajado na campanha de Bachelet.

O programa de governo de Bachelet prevê uma “revisão” da adesão do país à Parceria TransPacífico (TPP, de Transpacific Partnership), iniciativa de negociações comerciais lançada pelos EUA e países asiáticos – que exclui parceiros importantes do Chile, como China, Japão, Coreia e Brasil. Como o Chile já tem acordos de livre comércio com os países da TPP, o novo acordo tende a trazer muitos custos e poucos benefícios, avalia Diaz.

O embaixador chileno no Brasil, Fernando Schmidt, que, nos últimos meses, visitou federações industriais de pelo menos cinco grandes Estados brasileiros, comenta que o atual governo não perdeu interesse pelo Brasil, que absorve cerca de 20% das exportações chilenas e cada vez mais investimentos do país vizinho. “Queremos estabelecer todas as pontes possíveis. Mercosul e Aliança do Pacífico não são contraditórios”, afirma.

Nem todos os envolvidos na discussão pensam assim: o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, mesmo negando oposição entre os dois blocos, fez questão de dizer que a Aliança seria o “novo motor econômico da América Latina”, em clara contraposição ao claudicante bloco liderado pelo Brasil.

A verdade é que, após um começo entusiasmado, o governo Piñera arrefeceu seus gestos em direção ao Brasil. Mas, seja quem for a futura mandatária chilena, seus esforços de aproximação com o Brasil serão plenamente correspondidos pelo governo brasileiro.

Em uma das conversas recentes com o recém-nomeado ministro de Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, Dilma, que visita hoje o Peru, reclamou do que ela considera ser uma resistência da diplomacia nacional à Aliança do Pacífico, e disse querer uma aproximação com o grupo, em iniciativas como projetos de infraestrutura.

Figueiredo recebeu a missão de fazer um “livro branco” da política externa, como existe para a política de defesa, com prioridades, orçamento e metas viáveis para o que resta do mandato de Dilma e além. O reforço dos laços com a América do Sul está, claro, no topo da lista prioritária, mas Dilma se mostra cansada de retórica. Quer, entre outras iniciativas, a retomada de negociações para aprofundar os acordos de livre comércio de mercadorias existentes entre o Brasil e todos os países da América do Sul. O Brasil já libera o acesso de mercadorias aos vizinhos, mas alguns, como Colômbia e Peru, relutam em se abrir à competição da indústria brasileira.

Está prevista, também, a exploração de alternativas bilaterais capazes de fazer o país caminhar para um acordo de livre comércio amplo com os vizinhos andinos, com negociações sobre liberalização de serviços e proteção a investimentos, por exemplo. Por determinação da presidente, o Itamaraty reformulará as funções da Secretaria de Planejamento Diplomático, que será comandada pelo diplomata e escritor Maurício Lyrio e passará a elaborar projetos estratégicos para orientar a política externa.

É um reconhecimento, ainda que tardio, da importância de sinalizar com maior clareza os interesses e intenções do Brasil no mundo, em seu novo papel de potência emergente.

Fortalecer a relação entre os países do Mercosul e os andinos, e investir em infraestrutura na região é exatamente o que quer Bachelet. Os chilenos falam em negociar, por exemplo, um acordo bilateral de compras governamentais, concedendo nos dois países as vantagens em licitações e aquisições de governo concedidas aos fornecedores locais. O programa de governo da franca favorita nas pesquisas para a presidência no Chile enfatiza o esforço de levar os países sul-americanos a negociações em bloco com os asiáticos, e vê o Chile como “país-ponte”, ou “país-porto” entre as duas regiões.

Essa ambição exige que a presidência chilena cumpra também outra tarefa prioritária: resolver as pendências com Peru e Bolívia em relação aos interesses desses países no Pacífico (acesso ao mar para os bolivianos, definição da zona de cada país no litoral marítimo, para os peruanos). Um dos caminhos apontados pela equipe de Bachelet para a aproximação política entre os países a região é a Unasul, associação prioritária também para o Brasil.

A ascensão de Bachelet ocorre em um momento importante de revisão da política externa brasileira. Um consequência previsível será pôr em xeque a divisão, em termos ideológicos e econômicos, vista atualmente entre os sul-americanos do litoral Atlântico e os do Pacífico.

Construirán seis buques de 40 mil toneladas en el Astillero Río Santiago

noviembre 8, 2013

Fecha: 15-10-2013

Plena ocupación y capacidad de producción en el Astillero Río Santiago.

El gobernador Daniel Scioli y el ministro de la Producción, Ciencia y Tecnología, Cristian Breitenstein, anunciaron la construcción de 6 buques de 40 mil toneladas de porte cada uno, que se realizarán en el Astillero Río Santiago (ARS) de Ensenada, garantizando de este modo la plena ocupación y capacidad de producción.

Se trata del contrato más importante de la industria naval Argentina ya que es la primera vez que se fabricarán en el país barcos del tipo multipropósito con el porte previsto, que además tendrán 153 metros de eslora por 30mts de manga.

“Con esta rúbrica no solo seguimos logrando la plena ocupación de las gradas del ARS hasta 2025, con pleno empleo, sino que además hemos generado 21 construcciones en los últimos dos años garantizando el cumplimiento de los compromisos asumidos que dará como resultado sustentabilidad social y económica y el 100 por ciento de la capacidad de producción”, señaló el ministro.

El contrato firmado entre el gobierno provincial y la empresa Abadía del Mar considera la construcción de 4 buques con opción a otros 2 más. Por sus dimensiones se realizarán en la Grada 1 del Astillero una vez botado el buque productero “Juana Azurduy”, previsto para el último bimestre de 2014.

Tendrán una capacidad de carga en bodega 46.800m³, velocidad de 14 nudos, un motor principal 5 cilindros con una potencia nominal de 8.900 RW y con espacio de tripulación para 25 personas. El diseño contempla las últimas regulaciones internacionales IMO y portuarias.

Breitenstein puso énfasis en la decisión del gobernador Daniel Scioli de “mantener viva la fuerza de trabajo del Astillero que es histórico para la Argentina y para Latinoamérica” y destacó que “es la primera vez que se firma la construcción de un barco con bandera nacional producido en Ensenada”.

En el encuentro estuvieron presentes también el presidente del ARS, Héctor Scavuzzo; el titular de la empresa Abadía del Mar, Ricardo Cazou; el secretario General de ATE Ensenada, José Juárez, y el secretario General Adjunto del gremio, Francisco Banegas; entre otras autoridades provinciales.

http://www.industrianaval.org.ar/noticias.php?id_noticia=217

os nuevos barcos se harán en Río Santiago

noviembre 8, 2013
Sábado 17 de agosto de 2013
Los remolcadores cumplirán actividades en los puertos de la provincia de Buenos Aires.
     El ministro de la Producción, Ciencia y Tecnología, Cristian Breitenstein, anunció la construcción de dos remolcadores de 70 toneladas de tiro, que se fabricarán en el Astillero Río Santiago (ARS) de Ensenada, tras rubricar un convenio con la empresa Abadía del Mar.
Acompañado por el presidente del organismo, Héctor Scavuzzo, el ministro indicó que “el Estado, el capital y el trabajo se fusionan para volver a fabricar buques de bandera nacional en la planta naval, con trabajadores nacionales y tripulantes nacionales”, al tiempo que destacó al astillero como “una de las escuelas insignia en América Latina y en el mundo”.
“Este acuerdo les hace ganar a todos –agregó Breitenstein–, a los trabajadores manteniendo las fuentes de trabajo, a los empresarios obteniendo rentabilidad, al sistema de Marina Mercante sumando remolcadores que permiten reemplazar la flota actual y al Estado dándole sustentabilidad económica a un ente como el ARS”.
Aseguró que el objetivo es “tener las tres gradas ocupadas, una planificación quinquenal de un trabajo concreto que le da previsibilidad de ingresos, y obtener un fondo de financiamiento a la Marina Mercante que tendrán que aportar de alguna manera quienes tienen mayor rentabilidad en la cadena de valor de la industria naval”.
Astillero Río Santiago y la empresa Abadía del Mar fabricarán dos remolcadores que operarán en los puertos de la provincia de Buenos Aires.
Ambos, de 70 toneladas de tiro y 34 metros de eslora, son del tipo Azimutal, ya que tienen la particularidad de girar 360º.
Estuvieron presentes en las instalaciones del astillero en la Ciudad Autónoma de Buenos Aires el administrador general de Puertos, Sergio Borrelli; el presidente del Centro de Capitanes de Ultramar, Marcos Castro; y autoridades de la Asociación Trabajadores del Estado (ATE), seccional Ensenada, José Juárez y Francisco Banegas.

LA FLOTA – PDVSA: ORDENARON 42 TANQUEROS; 5 ZARPARON; 2 LLEGARON Y “FALTAN” 3…

noviembre 8, 2013

04/10/13 | LOS FLETES TAMBIÉN “MATAN”: EN MARZO SE ARRENDARON 75 TANQUEROS A US$ 15 MIL DIARIOS…

NC- PDVSA:– Este viernes se incorporan a la flota petrolera venezolana los buques tanque Vlcc Ayacucho y Suezmax Río Arauca.

El “Ayacucho” corresponde a la primera entrega de otros cuatro y fue construido en China por el astillero Bohai Shipbuilding Heavy Industry.

Será incorporado a las actividades de transporte y suministro de crudo para China,

El buque suezmax “Río Arauca”, con una capacidad de un millón de barriles, también se incorpora para continuar con los proyectos de ampliación de la flota de PDV Marina..

A este buque se sumaron este año el Río Apure, Río Caroní y Río Orinoco, con la misma capacidad que el Río Arauca.

 

tanquero en la niebla - gcaptain.com

 

tanquero en la niebla – gcaptain.com 

 

LA ESPESA NEBLINA DE LA FLOTA – PDVSA

 

MARIANNA PÁRRAGA /REUTERS   Con banderas y confeti, Venezuela celebró la botadura de tres nuevos tanqueros petroleros en los últimos 14 meses que dieron una muestra de la ambición por diversificar sus exportaciones a los mercados asiáticos, mientras tiende una mano a sus aliados políticos

Pero las embarcaciones armadas en Irán, Argentina y China nunca zarparon, según cinco fuentes cercanas a la flota de la estatal venezolana Pdvsa y un sistema de monitoreo de Reuters que revelaron que los buques permanecen en los astilleros.

Fuentes navieras, un directivo de la estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA) y un fabricante de buques ofrecieron una serie de explicaciones sobre las demoras, desde falta de pagos hasta dificultades en el ensamblaje.

Pero está claro que hasta ahora no han dado frutos los intentos de PDVSA por reemplazar y expandir su flota de forma urgente para el 2012 y con ello reducir la factura de varios cientos de millones de dólares que anualmente paga en fletes.

Los nuevos buques se derivan del esfuerzo del fallecido presidente Hugo Chávez por estimular la construcción de barcos en Irán, China, Argentina e incluso Brasil, enmarcado en una amplia agenda que ha buscado retar el poder de Estados Unidos.

PDVSA ordenó 42 tanqueros en total a partir del 2006 como parte del primer plan de negocios socialista de la empresa, tras la nacionalizaciones conducidas por Chávez.

Pero sólo cinco barcos han zarpado, mientras se elevan los costos de transporte de la atribulada compañía.

 

En la foto el Pte. de Bohai Shipyard Group Co. Yuan Yang; la Consejera Silvia Aular, el Pte. de PDVSA Naval, Ing. Héctor Pernía y Manuel Díaz Gerente Gral. de CV shipping Limited.

 

En la foto el Pte. de Bohai Shipyard Group Co. Yuan Yang; la Consejera Silvia Aular, el Pte. de PDVSA Naval, Ing. Héctor Pernía y Manuel Díaz Gerente Gral. de CV shipping Limited. 

 

Un reporte interno de marzo, al que Reuters tuvo acceso, dio a conocer que PDVSA arrendó 75 buques petroleros ese mes.

El costo de cada uno puede llegar a 15.000 dólares diarios, según un contrato recientemente firmado, dijo un operador naviero.

Fotografías publicadas por embajadas venezolanas en esos países y agencias gubernamentales hace más de un año muestran a funcionarios de PDVSA y a dignatarios en las celebraciones de la botadura del Aframax “Eva Perón” en Argentina y el VLCC (tanquero de gran tamaño) “Carabobo” en China.

Imágenes de la agencia iraní de noticias Mehr mostraron al Aframax “Sorocaima” con banderas ceremoniales en el proceso de ser flotado en dique.

El más reciente reporte anual de PDVSA también anunció la botadura de las embarcaciones.

 

Pdvsa_tanquero - soberania.org

 

Pdvsa_tanquero – soberania.org 

Pero los tanqueros nunca llegaron. El hecho de que el registro, prueba y entrega de una embarcación tome más de tres meses tras su botadura es altamente inusual.

“Cuando un barco es botado al mar es porque está listo. En esa ceremonia se escoge la tripulación del barco y en los días siguientes se hacen las pruebas de mar y el registro de la embarcación”, dijo Gustavo González, presidente del Colegio de Oficiales de la Marina Mercante venezolana.

PDVSA no hizo comentarios sobre las razones de la demora.

Con apenas 20 tanqueros propios y no todos ellos activos, PDVSA solo pudo transportar directamente el año pasado un cuarto de los 2 millones de barriles por día (bpd) de crudo que exportó y 12 por ciento de los derivados, según su último reporte anual.

El ministro venezolano de Petróleo, Rafael Ramírez, dijo en marzo en la celebración de la llegada de uno de cuatro barcos encargados a Japón que utilizar tanqueros propios para las rutas largas a Asia finalmente las haría “rentables”.

Pero la ajustada situación de transporte ha empeorado tras la crisis de refinación que una explosión en la mayor refinería venezolana desató en el 2012, dañando además una decena de tanques, lo que ha forzado a la compañía a usar parte de su flota -incluyendo los cuatro nuevos tanqueros entregados por la japonesa Sumitomo- para almacenamiento y cabotaje.

“Hace poco estuvimos fondeados por más de nueve días esperando instrucciones de PDVSA debido al congestionamiento de los muelles y la lentitud de las refinerías”, dijo un miembro de la tripulación de uno de los tanqueros japoneses. “Están improvisando como siempre”, agregó.

Varados en muelles

Datos de seguimiento de Reuters y del servicio Marine Traffic, que monitorean el registro y movimientos de los buques, muestran que los tres nuevos tanqueros nunca abandonaron los astilleros.

Al menos dos ellos incluso nunca han encendido sus sistemas de localización por satélite.

 

El tanquero "Eva Perón",..."no ha abandonado el astillero..."

 

El tanquero “Eva Perón”,…”no ha abandonado el astillero…” 

González subrayó el hecho de que las embarcaciones, que no fueron encargadas mediante licitación, están siendo armados en muchos casos por astilleros que carecen de tecnología moderna, lo que puede retrasar un proceso que normalmente toma tres o cuatro años.

Sebastián Aguilar, portavoz del astillero Río Santiago en Argentina, confirmó que la entrega todavía no se ha realizado.

“El buque Eva Perón sigue en el astillero. El mismo fue botado el pasado 12 de julio de 2012 y actualmente se encuentra en su etapa de alistamiento de equipos en muelle, previo a la entrega definitiva”, dijo en una respuesta escrita, sin ofrecer razones sobre el aparente retraso.

Aguilar agregó que un segundo Aframax para PDVSA, el Juana Azurduy, será botado en el segundo semestre del 2014.

 

El Sorocaima en Irán,... "listo para entregar"

 

El Sorocaima en Irán,… “listo para entregar” 

 

Un ejecutivo de PDVSA, que no tenía autorización para hacer declaraciones a la prensa, dijo que el astillero argentino no ha entregado a tiempo el tanquero de 70 millones de dólares.

Por su parte, el ex ministro de Comercio de Irán dijo en julio que el Sorocaima, ordenado en 2006, estaba “listo para su entrega” en el astillero Sadra en Bushehr, pero no dio detalles.

El ejecutivo de PDVSA aseguró que no hay problemas de pago con ese astillero.

El tercer barco, que supuestamente comenzó a operar el año pasado, el Carabobo, encargado en 2010 al astillero chino Bohai, no estaba listo cuando funcionarios venezolanos y chinos celebraron su bautizo en septiembre del 2012.

“El Carabobo no ha salido de China. No está listo para navegar, todavía no está siendo utilizado para operaciones comerciales”, dijo un ex empleado de la firma naviera que maneja la embarcación.

Agregó que la compañía, una empresa mixta entre PDVSA y Petrochina llamada CV Shipping basada en Singapur, suele cumplir con los cronogramas comerciales y dijo que en ese caso particular las embarcaciones son pagadas con petróleo venezolano, lo que facilita los acuerdos.

Pese a la celebración anticipada del Carabobo, el astillero Bohai entregó este año otro VLCC, el Ayacucho, el primero de cuatro que fueron ordenados. Ese es, de hecho, el único tanquero de gran tamaño que PDVSA está operando para las costosas rutas de larga distancia a Asia, dijo el ex empleado.

Escrito por: Rodolfo Schmidt en 04/10/2013.en06/10/2013.

Astillero Rio Santiago fabricarà 3 buques màs

noviembre 8, 2013

 

El ministro de la Producción, Ciencia y Tecnología bonaerense, Cristian Breitenstein, firmó una carta de intención entre el Astillero Río Santiago (ARS) y la empresa Topor Ship Company SA, para la construcción de tres buques de gran porte, por un valor cercano a los 90 millones de dólares.

El ministro provincial remarcó que el gobierno bonaerense “busca incrementar la capacidad productiva de la planta de construcción naval más importante del país”, porque se trata de un sector “en plena expansión y desarrollo”. 

El presidente de Astillero Río Santiago (ARS), Héctor Scavuzzo, destacó el interés demostrado por el armador para construir en la planta del Astillero “porque nos posiciona en el mercado internacional de armadores de manera protagónica”, y aclaró que se buscan “alternativas de diversificación en la producción”.

La construcción de las tres embarcaciones -del tipo Bulk Carrier multipropósito de 12.000 toneladas- permitirá incrementar la capacidad productiva de la planta naval.

Fuente: Diario Hoy