Archive for the ‘LATAM’ Category

El segundo mayor banco de China abrirá oficinas en Chile

mayo 26, 2015

El cronista

26/05/2015

El primer ministro de China, Li Keqiang, de visita oficial en Chile, destacó ayer que el desarrollo de los lazos entre ambos países siempre ha estado a la vanguardia de las relaciones entre China y América Latina, y resaltó en ese sentido el acuerdo para establecer en Chile este año el primer banco de liquidación del Renmimbi en la región. Se trata del Banco de la Construcción, el segundo mayor de China.
“La parte china ofrecerá a la parte chilena una cuota de 50 mil millones de yuanes para apoyar los proyectos de cooperación de las empresas de los dos países en capacidad productiva, con el deseo de que Chile desempeñe un papel de mayor relevancia en impulsar las relaciones entre China y América latina y el Caribe‘, apuntó Keqiang durante una conferencia magistral dada en la sede de la Cepal en Santiago.
Lo hizo tras la firma de diez acuerdos con la presidenta Michelle Bachelet en materia de colaboración económica, comercial, financiera y científica.
Keqiang destacó que Chile fue el pionero en establecer relaciones diplomáticas con China hace 45 años y posteriormente, el primero en firmar un TLC con el gigante asiático.
Por su parte el canciller chileno, Heraldo Muñoz, precisó que el primer ministro chino expresó a Bachelet la intención de invertir en áreas como energía e infraestructura. En ese aspecto, señaló el interés de participar en el corredor bioceánico para unir a Brasil con Chile a través de Paraguay y Argentina.
El acuerdo para poner fin de la doble tributación con China y la gratuidad de las visas turísticas entre ambos países destacan entre los pactos alcanzados.

Valor Econômico – Dilma ensaia estratégia para política externa / Coluna / Sergio Leo

noviembre 11, 2013

Sergio Leo é jornalista e especialista em relações internacionais pela UnB. Escreve às segundas-feiras

O interesse pela associação com o Brasil une as duas principais candidatas que, na próxima semana, se confrontam pela presidência do Chile. A conservadora Evelyn Matthei informou à revista “Qué Pasa” que gostaria de fazer ao Brasil sua primeira viagem após eleita.

Michelle Bachelet, a favorita, já mandou mirar o Brasil como modelo a copiar em matéria de política social e quer o país como aliado econômico, político e estratégico. Seus colaboradores afirmam que a candidata socialista quer apoio brasileiro para rever os rumos de acordos negociados pelo atual presidente chileno, Sebástian Piñera, como a Aliança do Pacífico, com México, Peru e Colômbia.

“A conexão com o Brasil é muito importante, e lastimamos a ausência do país na Aliança do Pacífico”, diz o economista Álvaro Diaz, ex-ministro e ex-embaixador no Brasil, engajado na campanha de Bachelet.

O programa de governo de Bachelet prevê uma “revisão” da adesão do país à Parceria TransPacífico (TPP, de Transpacific Partnership), iniciativa de negociações comerciais lançada pelos EUA e países asiáticos – que exclui parceiros importantes do Chile, como China, Japão, Coreia e Brasil. Como o Chile já tem acordos de livre comércio com os países da TPP, o novo acordo tende a trazer muitos custos e poucos benefícios, avalia Diaz.

O embaixador chileno no Brasil, Fernando Schmidt, que, nos últimos meses, visitou federações industriais de pelo menos cinco grandes Estados brasileiros, comenta que o atual governo não perdeu interesse pelo Brasil, que absorve cerca de 20% das exportações chilenas e cada vez mais investimentos do país vizinho. “Queremos estabelecer todas as pontes possíveis. Mercosul e Aliança do Pacífico não são contraditórios”, afirma.

Nem todos os envolvidos na discussão pensam assim: o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, mesmo negando oposição entre os dois blocos, fez questão de dizer que a Aliança seria o “novo motor econômico da América Latina”, em clara contraposição ao claudicante bloco liderado pelo Brasil.

A verdade é que, após um começo entusiasmado, o governo Piñera arrefeceu seus gestos em direção ao Brasil. Mas, seja quem for a futura mandatária chilena, seus esforços de aproximação com o Brasil serão plenamente correspondidos pelo governo brasileiro.

Em uma das conversas recentes com o recém-nomeado ministro de Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, Dilma, que visita hoje o Peru, reclamou do que ela considera ser uma resistência da diplomacia nacional à Aliança do Pacífico, e disse querer uma aproximação com o grupo, em iniciativas como projetos de infraestrutura.

Figueiredo recebeu a missão de fazer um “livro branco” da política externa, como existe para a política de defesa, com prioridades, orçamento e metas viáveis para o que resta do mandato de Dilma e além. O reforço dos laços com a América do Sul está, claro, no topo da lista prioritária, mas Dilma se mostra cansada de retórica. Quer, entre outras iniciativas, a retomada de negociações para aprofundar os acordos de livre comércio de mercadorias existentes entre o Brasil e todos os países da América do Sul. O Brasil já libera o acesso de mercadorias aos vizinhos, mas alguns, como Colômbia e Peru, relutam em se abrir à competição da indústria brasileira.

Está prevista, também, a exploração de alternativas bilaterais capazes de fazer o país caminhar para um acordo de livre comércio amplo com os vizinhos andinos, com negociações sobre liberalização de serviços e proteção a investimentos, por exemplo. Por determinação da presidente, o Itamaraty reformulará as funções da Secretaria de Planejamento Diplomático, que será comandada pelo diplomata e escritor Maurício Lyrio e passará a elaborar projetos estratégicos para orientar a política externa.

É um reconhecimento, ainda que tardio, da importância de sinalizar com maior clareza os interesses e intenções do Brasil no mundo, em seu novo papel de potência emergente.

Fortalecer a relação entre os países do Mercosul e os andinos, e investir em infraestrutura na região é exatamente o que quer Bachelet. Os chilenos falam em negociar, por exemplo, um acordo bilateral de compras governamentais, concedendo nos dois países as vantagens em licitações e aquisições de governo concedidas aos fornecedores locais. O programa de governo da franca favorita nas pesquisas para a presidência no Chile enfatiza o esforço de levar os países sul-americanos a negociações em bloco com os asiáticos, e vê o Chile como “país-ponte”, ou “país-porto” entre as duas regiões.

Essa ambição exige que a presidência chilena cumpra também outra tarefa prioritária: resolver as pendências com Peru e Bolívia em relação aos interesses desses países no Pacífico (acesso ao mar para os bolivianos, definição da zona de cada país no litoral marítimo, para os peruanos). Um dos caminhos apontados pela equipe de Bachelet para a aproximação política entre os países a região é a Unasul, associação prioritária também para o Brasil.

A ascensão de Bachelet ocorre em um momento importante de revisão da política externa brasileira. Um consequência previsível será pôr em xeque a divisão, em termos ideológicos e econômicos, vista atualmente entre os sul-americanos do litoral Atlântico e os do Pacífico.

Paraguay recurre a OMC por trabas argentinas

noviembre 6, 2012

Asunción – Paraguay, suspendido del Mercosur y la Unasur, anunció ayer que recurrió a la Organización Mundial del Comercio (OMC) ante las denuncias de empresarios paraguayos de trabas aplicadas al comercio por parte de la Argentina.

El canciller paraguayo, José Félix Fernández Estigarribia, informó en una rueda de prensa de que el Gobierno recurrió a la asesoría de la OMC ante las denuncias de supuestos cobros excesivos de aranceles y la apertura de los contenedores de productos paraguayos en los puertos argentinos.

«Vamos a hacer una declaración, seguramente. Tenemos que precisar cuáles fueron las violaciones a los acuerdos. Vamos a hacer primero una declaración y seguramente, también, una nota de protesta», abundó el jefe diplomático.

Fernández Estigarribia comentó que los empresarios de su país denunciaron que en las últimas semanas fueron abiertos los contenedores de mercaderías paraguayas en las aduanas argentinas y que «se han hecho unos cobros excesivos que no condicen con los acuerdos».

Explicó que en las próximas horas se reunirá con los empresarios para recibir detalles sobre las supuestas nuevas medidas del vecino país, cuya aplicación, según el canciller, ha sido desmentida por la Embajada de la Argentina en Asunción.

«Si continuasen esas medidas, no cumplirían una vez más lo que ellos (el Gobierno argentino) prometieron».

Agencia EFE

Diario ambito financiero

El Sucre consolida el comercio para la integración

noviembre 5, 2012

Caracas, 13 Jun. AVN.-

El presidente del Consejo Monetario Regional del Sucre, Eudomar Tovar, afirma con notoria seguridad que “Vamos en el camino correcto”, al referirse al impulso que las relaciones comerciales intraregionales, entre actores de los países miembros de la Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América (Alba), han otorgado alSistema Unitario de Compensación Regional como mecanismo de integración financiera.

Las cifras respaldan la frase de Tovar, pues a dos años y medio de su puesta en marcha, las operaciones a través del Sucre pasaron de seis en el 2010 a 667 en los primeros cinco meses de este año, “El mecanismo ya está generando confianza entre los empresarios”, enfatiza.

Esas 667 operaciones de este año, representan 228 millones de sucres, equivalentes a 285 millones de dólares. La meta del 2012 es que se transen 750 millones de sucres (unos 900 millones de dólares) El año pasado se efectuaron un total de 431 operaciones, por un monto de 216 millones de sucres (245 millones de dólares).

Actualmente 112 empresas transan en Sucre, entre las que se encuentran empresas grandes, medianas y pequeñas, de propiedad privada, pública, social y/o mixta. De este grupo, 86,23% son empresas privadas, 9,72% pertenecen al sector público y 4,04% son de propiedad mixta, según la actualización de datos del 07 de junio del Consejo Monetario Regional.

Entre los participantes del sistema de integración financiera en Venezuela, destacan empresas como Pequiven y Sidor que exportan a través del Sucre, mientras que Industrias Diana (propiedad mixta) y Empresas Polar (propiedad privada) destacan como importadoras a través del sistema.

Tovar asegura que quienes “han hecho operaciones por primera vez, han venido realizando la segunda, la tercera y la cuarta”. Incluso, comenta, que uno de los empresarios del sector químico venezolano afirma que en épocas pasadas lograba exportar una sola vez al año, mientras que ahora, con el sucre, es probable que registre cinco operaciones en doce meses.

Tovar explica que la creciente confianza en torno al Sucre se debe a que el mecanismo es flexible, y que permite operaciones rápidas: “el exportador y el importador están pagando o transando sus operaciones inmediatamente” porque la transferencia de dinero es en tiempo real, los Estados ahorran divisas y los exportadores o importadores también “tienen un ahorro desde el punto de vista de las transacciones”.

En el caso de Cuba, quienes han cerrado negociaciones en Sucre afirman que han logrado ahorrase hasta un 5% sobre las operaciones normales. “En Ecuador, han tenido ahorros de 500 y 700 dólares” afirma Tovar, “En el caso de Venezuela tenemos ventajas fabulosas porque no tienes que ir a Cadivi o al Sitme a solicitar divisas, sino que pagas tus operaciones en bolívares e inmediatamente se cruzan”.

Un Sucre para todos

En el sucre no hay limitaciones desde el punto de vista de productos para hacer transacciones, la única condición que existe, es que los productos sean originarios” explica Tovar.

El sistema para la compra y venta de productos entre los países miembros del Alba, se presenta abierto a todas las alternativas comerciales que puedan desarrollarse, respetando desde luego, las leyes internas de cada país, Tovar aclara que “por ejemplo en el caso de Venezuela (para la importación) se requiere autorización para algunos productos por insuficiencia en la producción” es decir, certificado de no producción.

Más allá de estos compromisos legales, el Sucre está abierto a una amplia gama de comerciantes, entre ellos, la pequeña y mediana empresa. “En Bolivia algunos pequeños empresarios manifestaron que han tenido reducción de costos importantes, desde el punto de vista de alguna reducción en las comisiones que se deben pagar por la vía normal del comercio” asegura Tovar.

Popularmente se afirma que “El tiempo es oro” y, en ese sentido, el Sucre representa una gran ganancia para los comerciantes porque los tiempos de transferencia del dinero de un país a otro son rápidos, de hecho, el Consejo Monetario Regional asegura que prácticamente las transacciones son en tiempo real.

El Sucre en Venezuela

Para exportar o importar a través del Sucre en Venezuela es necesario Registrarse en Cadivi; Cerrar acuerdo comercial, importador y exportador deberán firmar un contrato que debe incluir una cláusula donde se indique que la operación se realizará a través del Sucre. Si la decisión de utilizar el Sucre es posterior, de igual modo podrá firmarse un adendum que lo establezca; el precio de la operación se definirá en dólares, pero el abono que hará el comprador será en moneda local.

Por ejemplo, una empresa venezolana que desea importar desde Bolivia, luego de cerrar un acuerdo comercial (contrato) debe pagar en bolívares ante un banco operativo autorizado, privado o público. Posteriormente, la entidad bancaria acreditará los bolívares ante el Banco Central de Venezuela (BCV) que a su vez autorizará la transferencia en sucres hacia el Banco Central de Bolivia, estos sucres son convertidos en moneda local (bolivianos) y depositados en la cuenta del exportador de ese país.

El Sucre inició en Venezuela con los bancos públicos, al principio se autorizaron para éstas transacciones comerciales el Banco de Venezuela, el Banco Industrial, el Banco Bicentenario y el Banco de Comercio Exterior, posteriormente se ha incorporado la banca privada.

Los bancos privados incorporados al Sucre son: Banco de Exportación y Comercio, Banesco, Banco Provincial, Citi, Banco Occidental de Descuento (BOD), Corp Banca, Banco Exterior, BanPlus, Banco Nacional de Crédito, Activo-Banco Universal, BanCaribe, Banco Fondo Común, 100% Banco y Mercantil.

Complementariedad ante la crisis

Este sistema de integración financiera, denominado Sucre nace en 2008 durante la III Cumbre Extraordinaria de Jefes de Estado y de Gobierno del ALBA-TCP realizada en Caracas.

Precisamente en aquel año, el Fondo Monetario Internacional (FMI) pronosticaba una “recesión moderada” para los Estados Unidos Sobre el colapso del mercado de hipotecas de alto riesgo en ese país: “El impacto se ha notado en todo el sistema financiero mundial, incluidos los mercados emergentes que lo sienten con una intensidad cada vez mayor “, afirmaba el FMI.

El informe sobre Perspectivas de la Economía Mundial, de octubre del 2008 del FMI, sentenciaba: “No hay indicios de la recuperación y es probable que esta sea gradual cuando aparezca”. Era el inicio de lo que hoy se reconoce como la crisis económica mundial, que afecta duramente a Europa, y lanza drásticos coletazos por el resto del mundo.

La respuesta del Alba ante ese panorama donde Estados Unidos, el país emisor de dólares (la moneda internacional del sistema monetario mundial desde 1944) estaba visiblemente afectado por una crisis financiera interna, fue proponer un sistema que permitiera el incremento de las relaciones comerciales pero disminuyera el uso de la divisa.

Tanto en el Sucre como en el resto de políticas de los países del Alba, se manejan valores como: la complementariedad, la cooperación, la solidaridad y respeto a la soberanía de los pueblos. El objetivo supremo es “que la fortaleza de los países sean complementarias a sus debilidades” agrega Tovar.

Desde su consolidación, el Sucre tomó en cuenta el tamaño de las economías de los países que lo integran, Tovar explica que “es una unidad de cuenta y está conformada por una canasta de monedas”: el boliviano (Bolivia) el bolívar (Venezuela) el córdoba (Nicaragua) y el dólar (Ecuador).

Para la constitución del Sucre, cada una de las economías hizo aportes de acuerdo a su peso dentro del grupo, en tal sentido Venezuela realizó el mayor aporte, seguida por Ecuador, Cuba, Bolivia y, finalmente, Nicaragua, y es de esta manera como se constituye una canasta de monedas entre la “zona Sucre” como denomina el Alba a la región de países que comercian en sucres.

Dentro del Sucre es importante que las transacciones de importación y exportación mantengan una relación estable, es decir, que no existan países con grandes déficit de importación o países con déficit de exportación. Ya que los déficit advierten que “un país está trabajando en función de otro, es decir, está generando un desequilibrio entre un país que tiene producción y un país que no tiene producción”, aclara Tovar.

De acuerdo al representante del Consejo Monetario Regional, con el Sucre se busca la complementación productiva dentro de un sistema de comercio justo y equilibrado. Tovar señala que en caso de existir desequilibrio “los países más fuertes podrían destruir a los más débiles, desde el punto de vista comercial y eso es lo que no busca el sucre”.

El futuro del Sucre

El Sucre cumple dos funciones, es el Sistema Unitario de Compensación Regional de Pagos, que permite el intercambio de información financiera entre los bancos y funciona como una unidad de cuenta común, de allí su denominación en minúsculas: sucre o sucres.

El mecanismo proyecta seguir consolidándose como un sistema de pagos y, además, espera fortalecer el comercio intraregional a través de su uso. La integración financiera también es parte de los objetivos a largo plazo, mediante la expansión de las redes de interdependencia entre los bancos operativos autorizados para realizar transacciones en sucres.

Adicionalmente, la unidad de cuenta común “el sucre” podría establecerse como punto de referencia para la conformación de una moneda regional para América Latina y el Caribe, aunque habrá un largo camino que andar antes de llegar a ese momento.

Lorena Gil AVN 13/06/2012 13:00

Latinoamérica no saldría indemne

julio 27, 2011
Un recorte en la calificación de deuda de Estados Unidos podría desatar una nueva ola de capitales especulativos sobre el mercado cambiario de América latina y agravar los problemas que generan las monedas fuertes a sus exportaciones.
Muy pocos creen que Washington no cumpla con sus obligaciones financieras, pero no sobran las garantías de que logrará alcanzar un acuerdo de largo plazo para reducir el gasto del gobierno en tan poco tiempo, algo que piden las calificadoras de riesgo para no recortar sus notas.
Una baja en la calificación AAA –el tope de la escala– deterioraría el valor del dólar.
Desde hace unos, esas inversiones especulativas llueven en Latinoamérica por los buenos fundamentos fiscales y las tasas de crecimiento económico mayores a las del mundo desarrollado, lo que genera una constante apreciación de las monedas que amenaza la competitividad de las exportaciones.
La degradación crediticia de Estados Unidos podría ser temporal pero aunque sea durante un breve tiempo, las tasas de los bonos soberanos latinoamericanos, que usan de referencia a los papeles del Tesoro estadounidense, subirían de la mano del consecuente ajuste de los títulos de Estados Unidos. Y por ende, subirían los costos de endeudamiento.
El histórico refugio para todos los inversores del mundo son los papeles del Tesoro estadounidense, garantizados por una poderosa economía que hacía impensable que no pudiera pagar sus deudas.
Muchos inversores institucionales que por regulaciones solo pueden invertir en títulos de alta calidad crediticia tendrían que vender bonos del Tesoro si Estados Unidos sufre un recorte en la calificación.
Pero si hubiera un vuelco importante de inversores institucionales hacia las materias primas, tampoco sería una buena nueva para Latinoamérica.
La región es exportadora predominante de bienes básicos y debe parte de su bonanza económica a los altos precios de estos productos, que le permitieron blindar sus finanzas e implementar sólidas políticas fiscales. Sin embargo, es un cuchillo de doble filo: los precios de las materias primas están avivando la inflación en grandes economías regionales como Brasil o Argentina.
 
Fuente: el cronista

La inversión extranjera en los emergentes es récord, con excepción de la Argentina

julio 27, 2011

Las Naciones Unidas destacaron la recuperación de los desembolsos en todo el mundo. Argentina está en el sexto lugar de la región, superado por Perú y Colombia

La Inversión Extranjera Directa (IED) alcanzó en la Argentina los u$s 6.337 millones en 2010 y creció 57% respecto del crítico 2009, pero se mantiene 35% por debajo de los niveles récord de 2008, según un informe de la Conferencia de las Naciones Unidas sobre Comercio y Desarrollo (Unctad). Eso, en un contexto de fuerte recuperación de los desembolsos en los países en desarrollo, que el año pasado recibieron por primera vez más de la mitad de toda la inversión global.
La IED alcanzó en el mundo los 1,24 billones de dólares, lejos de los u$s 1,74 billones de 2008 pero un 5% por encima de los niveles del año anterior. Los países en vías de desarrollo concentraron más de la mitad de los desembolsos. En América Latina, la inversión creció 13%, hasta los u$s 159.000 millones.
Las inversiones en el continente fueron impulsadas por desembolsos de empresas de origen asiático en los sectores de petróleo y gas.
En América del Sur, las inversiones crecieron 56% interanual, hasta los u$s 86.000 millones. Brasil recibió el 56% de esa suma, o u$s 48.438 millones.
Según el informe de la Unctad, la Argentina fue superada por Brasil, México (u$s 19.000 millones), Chile (u$s 15.000 millones), Perú (u$s 7.000 millones) y Colombia (u$s 7.000 millones). Los datos son coincidentes con los que divulgó la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal) en mayo pasado.
La Argentina ocupó el 91 puesto del ranking global. Mejoró trece posiciones respecto de 2009, pero quedó dos escalones por debajo que en 2008. Chile, que recibió más del doble de desembolsos, se posicionó como el decimonoveno destino de la IED.
A su vez, las corrientes de IED procedentes de América Latina crecieron 67% interanual, hasta los u$s 76.000 millones, destacó la Unctad. “Este aumento se debió a las fuertes subas registradas en Brasil y México, los dos países de la región que más invierten en el extranjero”, agregó el reporte. Empresas brasileñas invirtieron u$s 12.000 millones en el exterior. Las mexicanas, u$s 14.000 millones y las chilenas, u$s 9.000 millones. Los fondos argentinos invertidos en el extranjero totalizaron u$s 964 millones.

Recuperación

La Unctad prevé que las corrientes de IED continúen recuperándose este año y estima que se ubicarán entre los u$s 1,4 y 1,6 billones.
Para el organismo de Naciones Unidas, los desembolsos aumentarán hasta los u$s 1,7 billones el año entrante y alcanzarán el récord de 2007 recién en 2013: u$s 1,9 billones.

Fuente: el cronista

Advierten que se estaría acabando la ‘luna de miel’ entre China y América latina

abril 8, 2010

América Latina, que logró superar sin mayores problemas la crisis global, se prepara para transitar el camino de la recuperación económica este año. Sin embargo, su alta dependencia en las materias primas coloca a la región ante un desafiante escenario para más allá del 2011.

A esta conclusión llegaron ayer los profesionales reunidos en el Foro Económico Mundial para América latina, que se está llevando a cabo durante estos días en la ciudad colombiana de Cartagena de Indias.

Según los expertos allí congregados, la región también enfrenta el reto de ampliar sus negocios con China, aún cuando la “luna de miel” con el gigante asiático estaría llegando a su fin, debido a los recientes conflictos comerciales que empiezan a surgir por la elevada competitividad de ese país.

“La dependencia del petróleo es aún alta y existe un sentido de urgencia ligado a que debemos seguir diversificando las fuentes de ingresos”, dijo el subsecretario de Hacienda de México, Alejandro Werner, en un panel de discusión del Foro.

Después de pasar por una caída prevista de más de 2% en el Producto Bruto Interno (PBI) por la crisis global, la región de más de 400 millones de habitantes enfrenta un año favorable, con una esperada expansión de un 4,5% en 2010.

La crisis financiera internacional no golpeó a la región con la misma fuerza que lo hizo en las naciones desarrolladas, en buena parte por la expansión de sus vínculos comerciales con mercados como India y China.

Pero los expertos son escépticos debido al ingreso de productos manufacturados de China por debajo de los costos de producción, denunciados recientemente por algunas naciones.

“La luna de miel con China ha terminado, y la relación será más problemática en el futuro”, dijo el director de la iniciativa para América Latina de The Brookings Institution, Mauricio Cárdenas. Cárdenas mencionó la disputa comercial en torno a las restricciones a las compras de aceite de soja argentino en China, luego de que el país sudamericano denunció el “dumping” de los productos manufacturados del gigante asiático.

Los flujos de inversión extranjera directa a América Latina retornarían a los niveles de antes de la crisis de más de u$s 110.000 millones este año, tras caer a unos u$s 75.000 millones el año pasado. Pero para ello se requiere el desarrollo de políticas que impidan que las fortalecidas monedas impacten negativamente el sector comercial, según el ministro colombiano de Hacienda, Oscar Iván Zuluaga.

“Los países están expuestos a que haya un shock. La herramienta importante contra la revaluación de las monedas es el diseño de una regla fiscal para balancear a los exportadores y a los no exportadores”, dijo el funcionario.

La cuestión ideológica también surgió en el foro. El director del Centro de Desarrollo Internacional de la Escuela de Gobierno de Harvard, Ricardo Hausmann, dijo que América Latina está posiblemente más dividida que antes y puso el ejemplo de Colombia y Venezuela, en dos extremos del espectro político. “Posiblemente estemos regresando a la Guerra Fría”, puntualizó.

Fuente: el cronista

Cristina asumió la presidencia del Mercosur con un pedido para reducir asimetrías y diferendos

diciembre 10, 2009

En el fin de un año marcado por la crisis financiera internacional, la Cumbre de Presidentes del Mercosur no pudo evitar las reflexiones sobre las controversias comerciales en el bloque. La presidenta Cristina Fernández, que durante su última visita a Brasilia se refirió a las asimetrías entre la Argentina y Brasil, al enfrentarse con el reclamo de los países más chicos, Uruguay y Paraguay,  sostuvo que las asimetrías del bloque deben abordarse desde un punto de vista que vaya más allá de lo estrictamente comercial.
“El más urgente de los desafíos que tenemos por delante es avanzar en el trato de las grandes asimetrías del bloque, pero tenemos amplias posibilidades y excelente futuro”, dijo el anfitrión y presidente saliente de Uruguay, Tabaré Vázquez, que invitó al mandatario electo, Pepe Mujica, a la Cumbre.
“Tenemos que encontrar caminos para superar estas asimetrías que si se siguen cometiendo nos van a provocar problemas insolubles”, afirmó la jefa de Estado durante su discurso. Hubo quejas varias desde los negociadores de los socios menores también por “proteccionismo”. Fernando Lugo, el presidente de Paraguay, señaló que sus exportaciones bajaron por las restricciones de la Argentina y Brasil.
“El proteccionismo no se desarrolla sólo en las aduanas, y no sólo con aranceles. Puede tener la cara de subsidios, premios fiscales para que las empresas se instalen en un Estado”, señaló la Presidenta durante su discurso. Lula Da Silva se sumó y manifestó su compromiso por un “equilibrio entre apertura y desarrollo”, lo que tranquilizó a algunos funcionarios locales que siempre vieron a Brasil como más proclive a la apertura.
En tanto, la presidencia pro tempore argentina buscará avanzar en la integración entre Mercosur y la Unión Europea sobre la base de los puntos comunes de coincidencia, fijando “mecanismos de adaptación competitiva” para los sectores involucrados. El objetivo es explorar los puntos de acuerdo  para llegar a mayo próximo, cuando se celebre en Madrid la Cumbre UE-Latinoamérica, con una hoja de ruta que permita un entendimiento.
Fernández propuso cambiar de metodología en la nueva etapa de negociación, iniciando por los puntos en los que ya hay comunión -como el político y el de cooperación-, pasar luego a los que tienen acuerdos parciales -como servicios y compras gubernamentales-, para dejar “encapsulados” los más reñidos: el capítulo de comercio agrícola y el de bienes industriales.
Para Lula Da Silva, quien le manifestó al presidente venezolano, Hugo Chávez, que el Senado brasileño debatirá hoy la ratificación del ingreso del país caribeño como socio pleno del Mercosur, consideró que el acuerdo con la UE deberá ser “justo y equilibrado”.
En tanto, Lula hizo eje en la agenda permanente del bloque y abogó por un acuerdo interno para lograr la eliminación del doble cobro del arancel externo común del Mercosur y llamó a acelerar el apoyo  a las pequeñas y medianas empresas (pymes) de la región para que puedan acceder a créditos. Una pequeña victoria, en tanto, fue la suba del arancel externo común para productos como textiles, hilados y marroquinería, que pasaron a aranceles de alrededor del 30 por ciento.
La cumbre no dejó acuerdos cerrados por la unión aduanera aunque tampoco se preveían. Según Lula, “en breve” el bloque llegará a un acuerdo sobre la proporcionalidad en el Parlamento regional, que a partir de 2011 tendrá legisladores electos de forma directa, uno de los puntos sobre los que se preveía un acuerdo en Montevideo pero que también quedó para más adelante, aunque según fuentes oficiales “no hubo conflictos en este punto”.

PREOCUPA EL DÓLAR.
El ministro de Economía, Amado Boudou, no ocultó durante la reunión de ministros de Economía y Bancos Centrales del lunes su preocupación por la pérdida de valor del dólar  y dijo que el escenario “no es bueno” para la región.
En ese marco, los titulares de Hacienda definieron que en una próxima reunión, en febrero, analizarán el comportamiento de la divisa y también mecanismos alternativos para las reservas de los países del bloque, que están en dólares.  Boudou alentó el uso del intercambio en moneda local y señaló que el comercio sin dólar crece a una tasa del 17% mensual.

LO QUE DEJÓ LA CUMBRE

SUBA DE ARANCEL EXTERNO. Se logró un incremento para sectores sensibles como hilados y marroquinería (del 17 al 30%) y Brasil logró una suba para los lácteos. El bloque decidió la prórroga de cien posiciones arancelarias hasta diciembre del 2011.
COMERCIO SIN DÓLAR. Uruguay anunció que se sumará al comercio en moneda local con Brasil. Boudou estimó que en la relación Argentina-Brasil el comercio sin dólar llegará a u$s3.000 M en 2011.
FMI, PERO DEL MERCOSUR. El Mercosur acotó a sus cuatro países la propuesta de un “FMI del Sur” que impulsan en Unasur Ecuador y Venezuela y estudia un fondo de reservas del bloque para invertir en bonos regionales y no “sentarse sobre las reservas”, como acusa el FMI.

DISTENSIÓN CON URUGUAY Y FIRMEZA FRENTE A HONDURAS

La presidenta Cristina Fernández evitó las cuestiones bilaterales durante su visita a Montevideo, en particular las vinculadas a la pastera Botnia y el corte del puente Fray Bentos-Gualeguaychú por parte de los asambleístas entrerrianos.
De todas formas, el vínculo con el Gobierno uruguayo se muestra más distendido. Ayer Tabaré Vázquez tomó la palabra para remarcar el “amplio camino positivo de relacionamiento” entre ambos países y pidió “evitar detenerse en un pequeño punto de discordancia” al ser consultado por Botnia.
Cristina se reunió ayer con Vázquez y el día anterior había mantenido un encuentro con el presidente electo Pepe Mujica. Si bien se preveía un nuevo encuentro con Mujica para la tarde de ayer, finalmente no fue así y la mandataria adelantó su regreso. Pero cuando llegó a la base militar de Aeroparque, aclaró que volverá a encontrarse con Mujica el 1º de marzo del año próximo, cuando el ex guerrillero tupamaro asuma la presidencia de Uruguay.

RECLAMO POR HONDURAS.
Tras un encendido debate, donde el venezolano Hugo Chávez no perdió oportunidad de reclamar por las bases militares de los Estados Unidos en territorio colombiano, el Mercosur dejó un comunicado final con una fuerte condena al golpe de Estado y a las elecciones hondureñas.
Los comicios del pasado 29 de noviembre se ganaron el “total y pleno desconocimiento” del bloque por haberse llevado a cabo en “un ambiente de inconstitucionalidad e ilegalidad”. El bloque reclama la restitución de Manuel Zelaya al frente de Honduras, como presidente democráticamente electo hasta el fin de su mandato constitucional.
“Qué contraste la fiesta cívica de Uruguay y Bolivia con el estado de coma de la democracia de Honduras”, dijo en un pasaje de su discurso el presidente paraguayo, Fernando Lugo. Ausente con aviso, el reelecto Evo Morales recibió a través de sus representantes en Montevideo las felicitaciones de sus pares.

Fuente: bae

Sudamérica, cada vez más lejos del radar de Obama

noviembre 24, 2009
Por: Ricard González
Hillary Clinton
 
 

WashingtonEn un año de mandato, Barack Obama ha puesto el pie en África, Europa y Asia. En su apretada agenda internacional, el presidente ha tenido tiempo de hacer diez viajes, pero no de visitar Sudamérica. Ni él ni la jefa de su diplomacia, Hillary Clinton, han acudido aún a ese subcontinente. Y no está previsto que lo hagan próximamente. Así pues, no es de extrañar que el presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, se quejara hace poco en una entrevista a The Economist de que EE.UU. «no tiene una política para América Latina».

Lula no es el único que tiene esta percepción. La mayoría de expertos en la región coincide con su análisis. Una de las razones de tal déficit de atención es que Washington está librando dos guerras: en Irak y Afganistán. Basta con decir que de 60 asesores en temas exteriores de la Casa Blanca, sólo cuatro se dedican a América Latina.

No obstante, éste no es el único motivo. «Esta Administración aún está diseñando su política hacia Sudamérica; sólo hace dos semanas que el Senado confirmó al subsecretario para América Latina», explica Peter Hakim, presidente del «think tank» Interamerican Dialogue, en Washington. Sin embargo, Hakim considera que los verdaderos factores que impiden que Estados Unidos tenga una política exterior coherente para la región son más bien estructurales. «La polarización entre republicanos y demócratas es tan intensa que es muy difícil pactar una política exterior bipartidista para América Latina. Y encima, la dinámica de la región, con conflictos como el que enfrenta a Colombia y Venezuela, tampoco ayuda», sostiene Hakim.

Si bien no existe aún una estrategia clara, sí es posible vislumbrar un cambio de estilo respecto de la anterior Administración. Tanto para solucionar los problemas de América Latina como para abordar los del conjunto del mundo, Obama confía en las instituciones internacionales, mientras que el equipo de George W. Bush se inclinaba por soluciones bilaterales, o incluso unilaterales.

El mejor ejemplo de este nuevo enfoque lo proporciona la crisis hondureña, en la que desde el principio Washington ha otorgado un papel protagónico a la Organización de Estados Americanos, una institución con un rol tradicionalmente secundario. Por ejemplo, EE.UU. aceptó una resolución de consenso en la OEA sobre Cuba aunque ésta no recogía su posición.

Único éxito

Precisamente, para Hakim, el inicio del deshielo en las relaciones con Cuba es el único éxito notable de Obama en América Latina. «Lo está haciendo bien, porque por el momento ha sorteado el peligro de que se desataran las iras de los conservadores». Esta voluntad de cooperar con otros países se tradujo en la búsqueda de una nueva asociación con algunas de las potencias de la región, sobre todo con Brasil. No obstante, más allá de la buena química personal entre Obama y Lula, la relación entre ambos países está marcada por la cooperación tanto como por la competición y la tensión.

«A EE.UU. le gustaría que Brasil asumiera mayor responsabilidad internacional, pero bajo sus reglas. Sin embargo, este país, que se siente cada vez más una potencia, no quiere renunciar a su tradicional independencia en política exterior, de acuerdo con sus intereses», sostiene Aurea Moltó, subdirectora de la revista Política Exterior.

Por ejemplo, Washington considera que no corresponde a una potencia responsable mantener posturas demasiado conciliadoras con países como Venezuela o Cuba, o negarse a condenar el programa nuclear iraní (ver págs. 14 y 15). Así las cosas, no será fácil para el nuevo subsecretario para América Latina, Arturo Valenzuela, dotar a EE.UU. de una política exterior efectiva para la región. De momento, aún está trabajando en ello.

“LA CONSOLIDACIÓN DEL G-20 Y LA INCORPORACIÓN DE LA OIT POR INICIATIVA ARGENTINA FUERON UN LOGRO IMPORTANTE DE LOS PAÍSES EN DESARROLLO”

octubre 2, 2009

“En la reunión del G-20 en Pittsburgh, el viernes último, los países en desarrollo y emergentes tuvimos un éxito importante, que es asistir a la consolidación del upo como el foro principal de discusión para los temas económicos. El cuestionamiento de muchos de los países emergentes era que ese Grupo no era representativo de ninguna manera porque era sólo un foro de los países desarrollados” aseguró el canciller Jorge Taiana luego de recibir en el Palacio San Martín a su par de la República Eslovaca, Miroslav Lajcak, con quien repasó la agenda bilateral e inauguró un seminario.
Taiana explicó que ahora “el G-20 demostró con efectividad que es un foro muy equilibrado, mucho más representativo y mucho más apto para tratar de coordinar, en un momento como éste de crisis global, algunas líneas fundamentales sobre la economía internacional. La consolidación del G-20 es fundamental, un éxito de los países en desarrollo, y un éxito de la Argentina, que desde un principio dijo que el G-8 no puede intentar dirigir esta crisis”.

El canciller argentino destacó que “nuestro país fue el que, a través de la Presidenta Cristina Fernández de Kirchner, lideró la incorporación al Grupo de la OIT (Organización Internacional del Trabajo), que es uno de los organismos multilaterales y representativos de trabajadores y empresarios. En el G-20 estaba el Fondo Monetario, el Banco Mundial, pero no estaba la OIT”.

“Desde el punto de vista de nuestro país, se consolidaron algunos puntos, sobre todo lo que tiene que ver con el empleo. En las reuniones anteriores, los temas centrales estaban abocados a cómo se salvaba exclusivamente el tema financiero. Me parece que hoy lo que está en discusión es que la crisis tiene una base económica y tiene un efecto sobre el empleo muy profundo” afirmó el jefe de la diplomacia argentina, quien agregó que “se avanzó también sobre la reforma y en la regulación del sistema financiero”.

“El balance es muy positivo. Respecto de la reunión de la ONU en Nueva York creo que la posición argentina, a través del discurso de la Presidenta Cristina Fernández de Kirchner, fue muy bien recibida, resumió la situación internacional, enumeró las prioridades y la dirección a seguir. Y las palabras de la Presidenta en la jornada de cambio climático también fueron importantes, teniendo en cuenta que es un tema que adquiere cada vez más importancia y en vistas además de la próxima reunión sobre cambio climático en diciembre. Por otra parte, la Presidenta tuvo muy buenas reuniones bilaterales, además de su encuentro con empresarios” concluyó Taiana.

Honduras. Mantener la presión

En referencia a la crisis política que atraviesa Honduras, el canciller argentino expresó que “la situación está muy tensa. El deterioro demuestra que teníamos razón en que no se puede pretender llegar a la normalidad del país, ni a un presunto proceso electoral (con el golpe); reiteramos nuestro reclamo al restablecimiento del Presidente Manuel Zelaya y, por lo tanto, el restablecimiento pleno del orden constitucional para que haya un proceso electoral normal y legal.”

Actualmente, “hay un estado de sitio con un toque de queda, lo sacan, reprimen. No hay condiciones políticas, y esto sólo se soluciona con el restablecimiento del Presidente constitucional: obviamente las autoridades de facto lo resisten y ponen una serie de impedimentos. Nosotros tenemos que mantener la presión, apoyar los reclamos que se han hecho desde la OEA y ahora desde Naciones Unidas, a favor de la defensa de la seguridad del Presidente Zelaya y la normalidad de la sede diplomática de Brasil y de otras embajadas, y mantener la presión sobre los golpistas para que retrocedan”. “La solidaridad y la presión de la comunidad internacional va a ayudar a los hondureños que están sometidos a la censura y a la violencia”, definió.

En cuanto a las directrices aprobadas por el organismo, deberían producir cambios significativos en los próximos años en la regulación de los grandes bancos y otras instituciones financieras.
El G-20 definió el fin de 2010 como plazo para la creación de nuevas reglas, a implementarse en los dos años siguientes. Se pretende que los bancos aumenten sus reservas de capital y eviten la toma de riesgos excesivos.

II CUMBRE AMÉRICA DEL SUR-ÁFRICA

Al concluir la II Cumbre América del Sur-África (ASA), que reunió durante dos días a una treintena de presidentes en el Caribe venezolano, los mandatarios y otros jefes de delegación del total de 66 países participantes aprobaron una declaración de 30 páginas en la que se comprometen a “fomentar la cooperación Sur-Sur”.

Asimismo, la llamada “Declaración de Nueva Esparta”, nombre del estado insular que incluye Margarita, establece instrumentos para reforzar el proceso de integración, como reuniones ministeriales regulares, y destaca el “Plan de Acción” decidido en esta II Cumbre para dotar el discurso político de planes concretos, relata Borrell en una nota publicada por EFE.

“Nos vemos en setiembre-2011” en Libia, manifestó el gobernante de Venezuela y anfitrión de la cumbre, Hugo Chávez, al dar por cerrado el encuentro, que se prolongó tres horas más de lo previsto, y tras despedirse de sus colegas.

El documento final incluye el “total apoyo” de los países de ASA a la reforma del Consejo de Seguridad de la ONU y en sus extensos capítulos subraya su “decisión de fortalecer” la cooperación en la lucha contra formas de “delincuencia organizada”.

Los presidentes también expresan su condena del “terrorismo en todas sus formas y manifestaciones” y rechazan “cualquier relación entre el terrorismo y una cultura, etnia, religión o pueblo en específico”. Los documentos finales recogen la aprobación durante la cita de Margarita de la Secretaría ASA, que estará a cargo de Venezuela, y de una “mesa presidencial”, ambas propuestas por el jefe de Estado anfitrión.

“Hemos decidido instalar aquí” en la venezolana Isla de Margarita, sede de la cumbre, “la Secretaria de ASA”, anunció el presidente venezolano Chávez, en una de sus múltiples intervenciones durante las sesiones.

En los debates estuvieron presentes ocho presidentes suramericanos, Cristina Fernández, de Argentina; Luiz Inácio Lula da Silva, de Brasil; Evo Morales, de Bolivia; Michelle Bachelet, de Chile; Rafael Correa, de Ecuador; Fernando Lugo, de Paraguay, y Tabaré Vásquez, de Uruguay, además de Hugo Chávez.

VENEZUELA FIRMA OCHO ACUERDOS ENERGÉTICOS CON PAÍSES AFRICANOS

Venezuela suscribió ocho acuerdos en materia energética durante la Segunda Cumbre América del Sur y África (ASA), según informó el ministro de Energía y Petróleo y presidente de Pdvsa, Rafael Ramírez. Entre los convenios firmados destaca el concretado con Suráfrica y su empresa nacional PetroSA, para el desarrollo de campos maduros en Venezuela; se avanzó en cuanto a la participación de esta firma en el bloque 1 de la Plataforma Deltana, el desarrollo de la tecnología GTL (Gas To Liquid, por sus siglas en inglés) para producir diesel a partir del gas y su participación en un bloque de la Faja Petrolífera del Orinoco. Asimismo, reseña el Universal, con Suráfrica se evalúa expandir su capacidad de almacenamiento por cuanto se encuentra en la ruta de los envíos venezolanos hacia China.

Con Libia

Venezuela y Libia acuerdan cooperación política, económica y energética
Los presidentes de Venezuela, Hugo Chávez Frías, y de Libia, Muammar Al Gaddafi, suscribieron este lunes una declaración conjunta en la que ambos gobiernos se comprometen a fortalecer la cooperación en las áreas energética, económica y política.

ASA APOYÓ A LA ARGENTINA POR RECLAMO DE MALVINAS

El canciller Jorge Taiana expresó su satisfacción por el apoyo de los países que participaron de la II Cumbre de América del Sur – África (ASA) ante el reclamo argentino respecto de la soberanía de las Islas Malvinas, Georgias del Sur y Sandwich del Sur.

La declaración final de la cumbre, que se llevó a cabo durante los días 26 y 27 de septiembre en Isla Margarita, Venezuela, y de la cual participaron 65 países de ambos continentes, incluyó una nueva declaración que defiende la soberanía argentina en las islas Malvinas.

El artículo 37 de dicha declaración llama “al Reino Unido de Gran Bretaña e Irlanda del Norte y a la República Argentina a retomar las negociaciones con el propósito de encontrar, con carácter de urgencia, una solución justa, pacifica y definitiva a la disputa respecto de la soberanía de las Islas Malvinas, Georgias del Sur y Sandwich del Sur y los espacios marítimos a su alrededor, de conformidad con las resoluciones de Naciones Unidas y de otras organizaciones regionales e internacionales pertinentes”.

Gadafi propone una OTAN del Sur

Otra de las voces destacadas en la cita fue la del líder libio, Muamar Gadafi, quien propuso la conformación de una alianza similar a la del Atlántico Norte (OTAN), pero “destinada al sur del mundo y sin objetivos guerreristas”. Recalcó “tenemos nuestros derechos, tenemos que crear organizaciones” de este tipo, dijo, al tiempo que analizó “América del Norte está vinculada desde todo punto de vista con Europa, mientras que en el Atlántico sur hay un vacío”. Planteó el 2011 como fecha, justo cuando se celebrará la próxima reunión birregional en Libia, elegida oficialmente sede para la III Cumbre.

Gadafi también instó a modificar el Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas para asegurar la presencia de los países de sur. Lula da Silva, se sumó al pedido pues, según apuntaron la ONU está dominada por cinco potenciales mundiales.

La presidenta de Chile, Michelle Bachelet, demandó además a una “reforma urgente del sistema internacional”.

BANCO DEL SUR NACE CON APORTE DE 20.000 MILLONES DE DÓLARES

Un acuerdo de creación para el Banco del Sur, con un capital inicial de 20.000 millones de dólares, fue anunciado por el presidente venezolano, Hugo Chávez, durante la II Cumbre América del Sur-África (ASA), celebrada en la isla de Margarita estado Nueva Esparta.

Adicionalmente otro banco, esta vez con alcance continental, fue propuesto en la cita. Se trata del Banco del ASA, “como una estructura superior de financiamiento, para los países que lo integren”, destacó.

Podría llevar por nombre BANCASA y según el Presidente, será un “banco de nosotros, para traer nuestras reservas, que las tenemos allá en el norte y las usan allá, para darnos crédito a nosotros mismos. Nos dan crédito con nuestra plata. Es una cosa como de bobos, y ya no somos bobos”, puntualizó.

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