Mercosul pressiona União Europeia para avançar com acordo bilateral

junio 17, 2015

http://brasil.elpais.com/brasil/2015/06/11/politica/1433979885_736329.html

Depois de aventar a possibilidade de negociar em separado, osmembros do Mercosul fecharam consenso sobre a apresentação de uma proposta comum para um acordo de livre comércio com a União Europeia. A presidenta Dilma Rousseff se mostrou disposta, nesta quarta, a dar um empurrão nas conversações entre os dois blocos. Na abertura da cúpula de chefes de Estado e de Governo da União Europeia e da América Latina e Caribe (UE-Celac), ela cobrou uma data para que essas propostas sejam colocadas na mesa. “O Mercosul quer fazer uma proposta e queremos saber se a União Europeia está preparada para ela”, disse Rousseff.

Embora não tenha dado um só detalhe sobre a oferta que os países sul-americanos vão apresentar, a presidenta garantiu que o bloco, formado originalmente por Brasil, Uruguai, Paraguai e Argentina – a Venezuela ingressou no bloco em 2012 -, está em condições de avançar. “Queremos que a UE nos diga que ela também está em condições de apresentar uma oferta, e que os 27 países irão ofertar ou, se algum não vai ofertar, nós queremos saber quem”, disse. Na chegada da comitiva brasileira a Bruxelas, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, chegou a cravar que julho era o mês limite para a apresentação da proposta entre os dois blocos, que começaram a vislumbrar essa aproximação há quase duas décadas.

Rousseff chegou a dizer que a troca de propostas poderia acontecer em questão de dias ou meses, mas enfatizou que a prioridade é que o acordo inicial fosse selado ainda este ano. “Do ponto de vista do Brasil, o Mercosul tem condições de fazer esse acordo. Resta saber se nós vamos poder fazer isso simultaneamente”, afirmou ela, segundo informações da assessoria de imprensa da presidência. Pelas regras do Mercosul e da UE, os respectivos países membros podem travar negociações em velocidades diferentes. A incógnita seria a Argentina, que tem maior resistência à abertura comercial, pela fragilidade da sua economia.

Esta é a segunda tentativa de fechar um acordo entre os dois blocos, que já promovem um comércio de 267 bilhões de dólares. Em 2004, houve uma primeira tentativa, depois de anos de conversações. Mas, os argentinos frustraram a aliança ao colocar obstáculos diante das propostas apresentadas pela União Europeia à época. Como o Mercosul só pode fechar acordos se houver consenso entre todos os seus parceiros, as conversas foram congeladas até 2010.

De lá para cá, Brasil, Uruguai e Paraguai, que formavam o bloco original – a Venezuela ingressou oficialmente em 2012 – têm buscado saídas para driblar a Argentina, e mudar a regra que propõe o alinhamento de todos os integrantes do bloco para fechar acordos. Os Governos brasileiro e uruguaio já vinham dando sinais de que estavam dispostos a andar mais rápido que seu parceiro e sócio fundador. Em sua visita ao México no mês passado, Rousseff já havia citado a possibilidade de os países apresentarem propostas para promoverem abertura de seus mercados em velocidades distintas. “Diante dessa pressão, a Argentina teve de aceitar o consenso e acompanhar a proposta do bloco”, diz Welber Barral, especialista em comércio exterior.

Expertos descartan un acuerdo comercial Mercosur-UE en 2015

junio 17, 2015

La estrategia propuesta por Uruguay de avanzar a dos velocidades quedó relegada. Los analistas no creen que la promesa de acordar el TLC a fin de año se concrete.

Entre los conceptos más escuchados por expertos en comercio internacional sobre la promesa de iniciar un intercambio de ofertas para cerrar un TLC entre el Mercosur y la Unión Europea (UE) antes de fin de año están “escepticismo”, “más de lo mismo”, “un paso atrás” o “esta película ya la vimos otras veces”.
La dosis de optimismo y empuje que el gobierno de Tabaré Vázquez dio desde su asunción para que el bloque regional saliera de su estancamiento y avanzara en su inserción internacional con la firma de un tratado con la UE que hace 20 años está sobre la mesa y la firme predisposición de Brasil de acompañar esa alternativa, no parecen ser suficientes para alcanzar ese objetivo en el corto plazo.
Si bien las declaraciones que distintos jerarcas de ambos bloques expresaron en el mar co de la cumbre Cumbre de Estados Latinoamericanos y Caribeños (Celac) con líderes de la UE transmitieron confianza en avanzar, para los expertos será prácticamente imposible de cumplir.
A juicio del economista y profesor de comercio internacional de la Udelar, Marcel Vaillant, la única posibilidad de avanzar en el corto plazo era que Europa aceptara “bilateralizar” un acuerdo por país con los miembros del Mercosur que tienen mayor interés en cerrar un TLC (Brasil, Uruguay y eventualmente Paraguay). “Sin embargo, ahora vuelven a los cuatro países (incluido Argentina) para que el Mercosur haga una oferta conjunta a la UE. Eso es más de lo mismo. Hoy Europa no tiene los recursos políticos necesarios para cerrar un TLC en 2015”, aseguró.
En una línea similar, el director del departamento de Negocios Internacionales e Integración de la facultad de Ciencias Empresariales de la Ucudal, Ignacio Bartesaghi, dijo que “estaba convencido” de que Argentina no iba a aceptar “quedar por fuera” de un acuerdo con la UE porque pagaría un “costo muy alto”. Asimismo, agregó que Brasil entendió que “relegar” al segundo país del Mercosur “tampoco era negocio” para posicionar su imagen de liderazgo en la región.
A su juicio, las declaraciones del embajador en Bruselas de Uruguay, Walter Cancela, previo a la cumbre de la Celac donde aseguraba que la oferta del Mercosur incluía a Argentina y que no estaba en la mesa una negociación a dos velocidades “fue lo que finalmente terminó ocurriendo”.
Las declaracionesd de Cancela molestaron a Vázquez y a su canciller Rodolfo Nin, porque entendían iban a contrapelo de la estrategia que Uruguay. “Soy optimista de que vamos a ir todos juntos. Argentina tuvo una posición que en nada difirió de la nuestra, no hizo ningún planteo en otro sentido”, señaló Nin Novoa.

Visita de Estado da Presidenta Dilma Rousseff ao México – Cidade do México, 26 e 27 de maio de 2015

mayo 27, 2015

Visita de Estado da Presidenta Dilma Rousseff ao México
Cidade do México, 26 e 27 de maio de 2015

A Presidenta Dilma Rousseff realizará visita de Estado ao México nos dias 26 e 27 de maio de 2015. Na ocasião, manterá encontro de trabalho com o Presidente Enrique Peña Nieto e fará pronunciamento no Congresso mexicano e no encerramento do Seminário Empresarial Brasil-México, que reunirá empresários dos dois países.

Os dois mandatários examinarão a agenda bilateral e presidirão cerimônia de assinatura de acordos em áreas como facilitação de investimentos, serviços aéreos, meio ambiente, pesca e aquicultura, turismo e agricultura tropical. A Presidenta Dilma Rousseff e o Presidente Peña Nieto também avaliarão formas de incrementar e diversificar o intercâmbio comercial bilateral.

No âmbito da visita, missão empresarial participará de encontros setoriais e discussões com empresas e instituições homólogas mexicanas com vistas à promoção do comércio e dos investimentos bilaterais.

O Brasil e o México são as duas maiores economias latino-americanas. A corrente de comércio bilateral totalizou US$ 9 bilhões em 2014, registrando crescimento de 94% em relação a 2004. O Brasil é o maior investidor latino-americano no México e o segundo principal destino dos investimentos mexicanos no exterior. A quase totalidade (97%) da pauta comercial corresponde a produtos industrializados de alto valor agregado para ambos os países.

 

Visita de Estado de la Presidenta Dilma Rousseff a México
Ciudad de México, 26 y 27 de mayo de 2015

La Presidenta Dilma Rousseff realizará visita de Estado a México los días 26 y 27 de mayo de 2015. En esa ocasión, tendrá una reunión de trabajo con el Presidente Enrique Peña Nieto y hará pronunciamiento en el Congreso mexicano y en el cierre del Seminario de Negocios Brasil-México, que reunirá a empresarios de ambos países.

Los dos líderes revisarán la agenda bilateral y presidirán la ceremonia de firma de acuerdos en áreas como facilitación de inversiones, servicios aéreos, medio ambiente, pesca y acuicultura, turismo y agricultura tropical. La Presidenta Dilma Rousseff y el Presidente Peña Nieto también evaluarán formas de aumentar y diversificar el comercio bilateral.

En el ámbito de la visita, una misión empresarial participará en encuentros sectoriales y discusiones con empresas e instituciones contrapartes mexicanas con el fin de promover el comercio y la inversión bilateral.

Brasil y México son las dos economías más grandes de América Latina. Los flujos comerciales bilaterales ascendieron a USD 9 mil millones en 2014, un incremento del 94% respecto a 2004. Brasil es el mayor inversionista latinoamericano en México y el segundo principal destino de las inversiones mexicanas en el exterior. Casi todo el comercio (97%) corresponde a productos industrializados de alto valor añadido para ambos países.

87% dos setores produtivos brasileiros defendem ampliação de acordo comercial com o México

mayo 27, 2015

Pesquisa da CNI ouviu representantes de indústria, agricultura e serviços. A negociação do acordo será debatida em encontro que ocorre nesta terça-feira (26), na capital mexicana, durante vista da presidente Dilma ao país

Levantamento feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com 43 associações representativas de setores da indústria, da agricultura e de serviços mostra que 87% defendem ampliação do acordo comercial com o México. O país, citado por 61% dos entrevistados, aparece em terceiro lugar entre os países/blocos que deveriam ter prioridade na agenda de negociações comerciais do Brasil. Em primeiro e segundo lugares aparecem União Europeia e Estados Unidos – ambos citados por 63% dos respondentes em uma lista de múltipla escolha. Os empresários defendem que o acordo seja mais abrangente e contemple a redução de barreiras para o comércio de serviços e aos investimentos.

Infográfico Brasil-MéxicoA negociação de um acordo comercial mais amplo será debatida nesta terça-feira (26), durante encontro entre de dirigentes de 50 empresas e representantes de associações setoriais brasileiras com empresários mexicanos na Cidade do México. Além da ampliação da parceria comercial, o encontro empresarial debaterá os investimentos e sua importância para o fomento de negócios bilaterais. O encerramento do seminário será feito pela presidente do Brasil, Dilma Rousseff, que estará em missão oficial ao país, e pelo presidente do México, Enrique Peña Nieto.

“O México é um parceiro muito importante para o Brasil. É hoje o quarto maior destino das exportações brasileiras de manufaturados. Precisamos de um acordo abrangente que inclua a liberalização do comércio de bens e serviços, a cooperação aduaneira e a promoção dos investimentos bilaterais. Precisamos da liderança do governo para adotar e executar uma estratégia ambiciosa de acesso aos mercados externos. Com a economia doméstica desaquecida, o Brasil precisa abrir novos mercados”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

​INSATISFAÇÃO COM O ACORDO ATUAL – Atualmente, o Brasil possui com o México um acordo automotivo (ACE 45) – renovado em março deste ano – e um acordo comercial de redução de tarifas (Acordo de Complementação Econômica nº 53) que abrange cerca de 800 produtos. Dos itens contemplados, apenas 45% têm tarifa zero. A pauta de exportações brasileiras para o país, no entanto, é bem mais ampla, chega a 5,6 mil produtos. Uma análise feita pela CNI mostra que apenas 10,5% das exportações brasileiras se beneficiam do acordo, contra 17,8% do lado mexicano. O baixo aproveitamento faz com que 88% dos setores consultados pela CNI considerem o atual acordo insatisfatório. Entre as associações ouvidas, 84% dizem enfrentar barreiras nas exportações, principalmente as tarifárias, mas, também sanitárias e técnicas.

​​COMÉRCIO ENTRE BRASIL E MÉXICO – O país é o quarto maior destino das exportações brasileiras de bens industriais, mas o Brasil tem perdido mercado para seus produtos por possuir desvantagens no acesso ao mercado mexicano, em função do grande número de acordos comerciais que o país possui. Dos US$ 400 bilhões importados pelo México em 2014, apenas US$ 3,7 bilhões foram vendidos pelo Brasil. As exportações brasileiras para o país em 2014 ficaram abaixo dos níveis de 2004. Com a perda constante nas exportações, desde 2009 o saldo comercial entre os países está negativo para o Brasil. Em 2014, o déficit chegou a US$ 1,7 bilhão.

El segundo mayor banco de China abrirá oficinas en Chile

mayo 26, 2015

El cronista

26/05/2015

El primer ministro de China, Li Keqiang, de visita oficial en Chile, destacó ayer que el desarrollo de los lazos entre ambos países siempre ha estado a la vanguardia de las relaciones entre China y América Latina, y resaltó en ese sentido el acuerdo para establecer en Chile este año el primer banco de liquidación del Renmimbi en la región. Se trata del Banco de la Construcción, el segundo mayor de China.
“La parte china ofrecerá a la parte chilena una cuota de 50 mil millones de yuanes para apoyar los proyectos de cooperación de las empresas de los dos países en capacidad productiva, con el deseo de que Chile desempeñe un papel de mayor relevancia en impulsar las relaciones entre China y América latina y el Caribe‘, apuntó Keqiang durante una conferencia magistral dada en la sede de la Cepal en Santiago.
Lo hizo tras la firma de diez acuerdos con la presidenta Michelle Bachelet en materia de colaboración económica, comercial, financiera y científica.
Keqiang destacó que Chile fue el pionero en establecer relaciones diplomáticas con China hace 45 años y posteriormente, el primero en firmar un TLC con el gigante asiático.
Por su parte el canciller chileno, Heraldo Muñoz, precisó que el primer ministro chino expresó a Bachelet la intención de invertir en áreas como energía e infraestructura. En ese aspecto, señaló el interés de participar en el corredor bioceánico para unir a Brasil con Chile a través de Paraguay y Argentina.
El acuerdo para poner fin de la doble tributación con China y la gratuidad de las visas turísticas entre ambos países destacan entre los pactos alcanzados.

China quiere elevar su comercio con Brasil a u$s 100.000 millones

mayo 20, 2015

EDICIÓN IMPRESA INTERNACIONALES 20.05.15 | 00:00

el cronista

La presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, y el primer ministro chino, Li Keqiang, firmaron ayer acuerdos que involucran negocios por u$s 53.000 millones, entre los cuales un financiamiento de u$s 7.000 millones para Petrobras, dinero que podrá aportar a la reactivación económica en momentos en que el gobierno redujo su capacidad de inversión para cumplir un ajuste fiscal.
Dilma destacó la importancia de China como “primer socio comercial de Brasil” y anticipó que viajará a Beijing en 2016, tras rubricar los convenios en Brasilia en áreas industriales, de telecomunicaciones y financieras, en el marco de la gira de premier asiático que seguirá por Colombia, Perú y Chile.
Li señaló que ambos países trabajan para elevar su intercambio comercial de los actuales u$s 80.000 millones a u$s 100.000 millones y ofreció la cooperación de la segunda economía mundial para poner en marcha la industrialización de América latina, al cerrar un seminario empresarial junto a Rousseff.
La visita redundó en un acuerdo que crea un fondo de u$s 50.000 millones que aportará el Banco Industrial y Comercial de China (ICBC) para financiar proyectos de infraestructura que deberá definir la estatal Caixa Economica Federal de Brasil, y abrió la puerta a otro fondo de ambos gobiernos en el que China prometió aportar u$s 30.000 millones y Brasil aún no definió la contraparte.
Entre los convenios, se destaca uno para estudiar la viabilidad del Ferrocarril Transoceánico que busca unir Brasil con Perú para la exportación de productos locales a China a través del Océano Pacífico, el levantamiento de la prohibición para vender carne bovina a los asiáticos y un acuerdo por el que el BNDES financiará la venta de 40 aeronaves Embraer al grupo chino Hainan, un negocio calculado en u$s 1.300 millones.
Dos bancos chinos desembolsarán u$s 7.000 millones en Petrobras, lo que dará oxígeno a la estatal necesitada de recursos para sostener sus inversiones, que había recibido otros u$s 3.500 millones en abril de una de esas entidades. La minera Vale fue otra de las gigantes brasileñas beneficiadas por los convenios.

Brasil y China firman ambicioso plan de inversiones por $ 50.000 M

mayo 20, 2015

La presidenta brasileña Rousseff y el premier chino Keqiang firmaron acuerdos que incluyen la creación de un fondo para financiar proyectos de infraestructura hasta 2021. Además, contemplan la concesión de créditos por u$s 7.000 M a la petrolera Petrobras.

La presidenta brasileña, Dilma Rousseff, y el primer ministro de China, Li Keqiang, firmaron en Brasilia 35 nuevos acuerdos de cooperación, que contemplan inversiones por más de 50.000 millones de dólares en el país sudamericano.

Los acuerdos incluyen la creación de un fondo por 50.000 millones de dólares para financiar proyectos de infraestructura y la concesión de créditos por 7.000 millones de dólares a la petrolera brasileña Petrobras, que enfrenta una seria crisis a raíz de un escándalo de corrupción.

Según Rousseff, este último acuerdo “refleja la confianza” en Petrobras y contribuirá al fortalecimiento de las actividades de prospección de las reservas de crudo y gas ubicadas en aguas ultraprofundas de la llamada capa pre-sal.

La lista de documentos incluye además un acuerdo trilateral con Perú, para iniciar estudios de viabilidad para la construcción del Ferrocarril Transoceánico que conectará Brasil con el puerto peruano de Pisco, desde donde saldrían productos exportados a China.

“Invitamos a las empresas chinas a participar en esa gran obra”, afirmó Rousseff, quien aseguró que, con la construcción del Ferrocarril Transoceánico, “un nuevo camino a Asia se abrirá para Brasil, reduciendo distancias y costos”.

Además, la mandataria saludó la decisión del gobierno de Pekín de reanudar de las compras de carne vacuna de ocho suministradores brasileños habilitados por las autoridades sanitarias chinas, y confirmó la compra de 22 aviones de la fábrica brasileña Embraer por aerolíneas del país asiático.

En su discurso, Li aseguró que el estrechamiento de la cooperación entre su país y Brasil será beneficioso para las naciones en desarrollo y emergentes y también ayudará en la recuperación de la economía mundial.

“Vamos a reforzar nuestra cooperación en capacidad productiva”, expresó el jefe de gobierno chino, quien cumple en Brasil la primera etapa de una gira sudamericana que lo llevará además a Colombia, Perú y Chile.

Después de la reunión con Rousseff y de la firma de actos, Li fue homenajeado por el gobierno brasileño con un almuerzo en el palacio Itamaraty, la sede de la Cancillería.

Por cada dólar que va a ahorro se restringen dos para importaciones

mayo 19, 2015

La dolarización de los argentinos le restó aire a la industria, que lleva 21 meses sin levantar cabeza.

16/05/2015

http://linkis.com/www.perfil.com/econo/NLHCK

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En épocas de escasez de dólares, las compras para ahorro y viajes compiten con los ‘verdes’ que se destinan a la producción. Y en los últimos meses, la dolarización de los argentinos le restó aire a la industria, que lleva 21 meses sin levantar cabeza.

Desde que se habilitó el cupo para la compra de dólar ahorro, el Gobierno destinó más de US$ 5 mil millones –junto con las ventas de dólar turista–. En el mismo período, las importaciones cayeron US$ 10 mil millones, es decir, el doble de lo que se destina al atesoramiento.

En enero de 2014 la venta de dólar ahorro llegó a US$ 95 millones. Hasta ayer, mayo acumulaba compras por US$ 300 millones. Abril cerró casi al borde de los 500 millones, con U$S 495 millones, 275% más que en el mismo mes del año anterior. De acuerdo con los datos de la AFIP, esa aceleración de los ingresos lleva a que el acumulado desde que se abrió el grifo sume US$ 5.172 millones, que junto con el total de dólar para viaje (US$ 678 millones)asciende a US$ 5.850 millones, lo que supera todo lo que se exportó en cereales durante el 2014, por ejemplo (las ventas al mundo fueron de 5.614 millones, según el Indec).

El uso de los dólares formó parte del debate entre economistas que representan a los precandidatos presidenciales que en un almuerzo del Consejo Interamericano de Comercio y Producción (Cicyp) coincidieron en una transición sin shocks, lejos de la verborragia electoral –corregida después por sus asesores– de Mauricio Macri que vaticinó una salida del cepo el 11 de diciembre. En ese marco, cuestionaron el desvío de dólares de la actividad al turismo o ahorro. El economista que asesora a Daniel Scioli, Miguel Bein, ironizó con la necesidad de traer turistas extranjeros para compensar el nivel de ventas actual.

La restricción sobre las importaciones que limita la actividad, sigue recopilando ejemplos: como el caso de una fabricante de motos en tierra bonaerense que con capacidad para armar 1.200 mensuales que sólo construye 200 porque no tiene dólares. “El Gobierno quiere activar la venta de electrodomésticos pero no hay dólares para insumos de línea blanca”, aseguró Miguel Ponce, consultor de comercio exterior y ex directivo de la CIRA, que aclaró que “no hay escándalo porque los desembolsos a estos sectores fueron bastante fluidos”.

Esta note fue publicada en la Edición Impresa del Diario Perfil.

Mercosur también existe

mayo 19, 2015

14/05/2015 | 18:37

Cuando uno mira el mapa de regionalización económica de Latam hoy se encuentra con 3 espacios diferenciados: Mesoamérica (Centroamérica y México), la Alianza del Pacífico (AP) (Chile, Perú, Ecuador y México) y Mercosur ampliado (Brasil, Argentina, Paraguay, Uruguay y los tardíamente incorporados Bolivia, Ecuador y Venezuela).

A los países de Mesoamerica los unifica un proceso de integración económica que viene desde los años ’60 con la creación del SICA (Sistema de Integración Centroamericana) y las corrientes de comercio e inversión que generan la cercanía geográfica con México, por un lado, y con Estados Unidos, por el otro. Comparten tener TLC con la superpotencia del Norte (NAFTA del 4/1992 y DR-CAFTA del 6/2004) y Acuerdo de Asociación Estratégica con la Unión Europea (2011).  Muestran un perfil de comercio muy dependiente de los EEUU.

Los otros dos espacios son bloques de países básicamente de Sudamerica, que derivan reagrupaciones que se habían consolidado entre los fines de los ´60 (CAN- Comunidad Andina de Naciones) y los ´80/90 (Acuerdos estratégicos Argentina-Brasil, 1985, y Mercosur, 1991). La CANconformada por Venezuela, Ecuador, Colombia, Perú, Bolivia y Chile, que se había llevado adelante institucionalizándose teniendo como modelo a la Unión Europea, se dinamitó: Ecuador, Bolivia y Venezuela se integraron tardíamente (después del 2006) al Mercosur; Chile, Perú y Colombia conformaron con México la AP en 2011.

La AP, que tiene acuerdos comerciales con EEUU, Europa y Japón (Colombia está aún en negociación), se muestra como el bloque más abierto. Por el contrario, ninguno de los países del Mercosur ha firmado TLC con EEUU, Europa o Japón. A partir de estas diferencias en TLC globales y en que los gobiernos de los países de la AP muestran un discurso y una praxis más amigable con el mercado y el respeto de los contratos que una parte de los del Mercosur (Argentina, Venezuela, Ecuador o Bolivia, es distinto grado) se ha planteado una dicotomía entre buenos y malos.

Pero los abordajes sin matices no sirven. No se puede entender la realidad de estos bloques a partir de imágenes caricaturizadas sin atender la realidad económica subyacente y las diferencias concretas a nivel nacional de situaciones tan diversas.

Una cuestión que se olvida cuando se analiza la cantidad de acuerdos de libre comercio firmados por países emergentes es que la negociación le resulta más costosa a aquellos que tienen estructuras productivas más complejas y diversificadas. Argentina y Brasil son clara muestra de este hecho. También es cierto que cuando se firma un acuerdo de libre comercio con uno de los dos grandes jugadores (EEUU o Europa), aumentan las probabilidades de tener un acuerdo con el segundo de los dos por el interés recíproco.

La AP (con México como estandarte) está de moda entre los inversores, como lo estuvo Brasil a mediados del 2000.  Los países del Mercosur pasaron a tener poco interés para los negocios. Vale recordar el concepto, acuñado por el académico Félix Peña para caracterizar los procesos de integración, de la “curva del desencanto” que hace referencia a las expectativas sobre estos según pasa el tiempo y comienzan desavenencias lógicas en su funcionamiento. La AP no alcanza un lustro de funcionamiento, Mercosur un cuarto de siglo. Ademas, Brasil, por un lado, y México, por el otro, tienen un tamaño definitorio para los espacios en que participan y “contaminan” los números totales de estos y sus imágenes.

Elaboración propia con base en datos FMI y UNCTAD (valores promedio 2009-13)

Mercosur es el bloque de mayor dimensión económica y, junto a la AP si se excluye a México, el que muestra el perfil de comercio exterior más equilibrado y diversificado en términos de destino de exportaciones y origen de importaciones. En el resto de los bloques el peso de EEUU es dominante.

Elaboración propia con base en datos de FMI y UNCTAD (valores promedio 2009-13)

Es cierto que Mercosur es menos abierto en términos de comercio exterior que el resto de los bloques pero esta muy lejos de ser un bloque cerrado al comercio, explica el 40 % de las impo y el 45% de las expo de Latam. En el marco de ALADI, existe completa desgravación arancelaria entre Chile y Mercosur, 88% con Perú y 90% con Colombia. Es mayor el comercio desde la AP hacia Mercosur que el existente entre los miembros de la propia AP. Por otro lado, el comercio intra-Mercosur es del 14% del comercio de sus miembros (mayor si nos referimos a la manufactura) mientras el comercio intra-AP es de apenas 3,5%.

El planteo de EEUU, apoyado por las principales potencias del mundo desarrollado, de los dos Mega-Acuerdos de comercio e inversión (el Transatlántico y el Trasnspacífico) como respuesta al avance de China, sumado a  la pérdida de peso de la OMC como espacio en el que se acuerdan las reglas de comercio e inversión mundial, apuntan a generar una nueva geografía económica mundial. Mercosur debe mover fichas y tanto lo gobiernos como lo empresarios están conscientes de ello. Muestra de esto es el avance de las negociaciones de un Acuerdo Estratégico de Cooperación con la UE y la preocupación expresada por los empresarios brasileños al riesgo de aislamiento económico.

La redefinición de la nueva geografía económica mundial esta en marcha. Es un proceso abierto y America Latina puede, y debe, tomar decisiones para tentar jugar un papel protagónico y no quedarse en la periferia. Hay muchas respuestas posibles, la peor seria seguir en la fragmentación de los espacios y desconocer la historia. El Mercosur existe, y se han hecho mucho errores. Pero con políticas mas acertadas y mejor diálogo entre sus países este espacio podría recobrar relevancia política a la altura de su peso económico. Por esos se necesitan líderes.  Seguramente el el cambio de gobierno en Argentina, uno de los pilares del bloque, que ocurrirá a fin de 2015, es un paso importante en esa dirección.

Federico Ignacio Poli es economista y ex director de Asuntos Económicos de la Secretaría General. Iberoamericana. Participó en la conferencia ‘LatAm entre la cuenca Asia-Pacífico y Atlántica’ perteneciente al foro Latinoamérica Global celebrado el pasado 5 de mayo en Casa de América.

Inminente fallo de OMC por carne argentina

abril 24, 2015
Por: Pablo Jiménez

Como pocas veces se esperó con tantas ansias un fallo de la OMC puertas adentro del Gobierno. Es que en el próximo mes podría conocerse un fallo favorable para el país en la emblemática disputa con Estados Unidos por el ingreso de carne a territorio norteamericano que está bloqueada desde hace más de 14 años. 

Esta sería la primera sentencia favorable luego de que la Organización Mundial de Comercio le ordenará al gobierno desarmar el sistema de declaraciones juradas anticipadas de importaciones (DJAI) a partir de una demanda conjunta de EEUU, la Unión Europea, Japón y una decena de países, entre ellos México.

La batalla de la carne data desde 2001 cuando tras el brote de aftosa, Washington prohibió el ingreso de carnes refrigeradas y sin hueso provenientes de la Argentina. Sin embargo, EEUU mantiene hasta el momento las trabas pese a que ya la Organización Mundial de Sanidad Animal (OIE) calificó a la Argentina con el estatus sanitario de país libre sin vacunación en la Patagonia y país libre con vacunación en el resto del país. Esto fue avalado por el propio Servicio de Inspección de la Sanidad Animal y Vegetal del Departamento de Agricultura de los Estados Unidos (USDA/APHIS), que determinó que “las medidas de vigilancia, prevención y control aplicadas por Argentina son suficientes para minimizar la probabilidad de introducción de la fiebre aftosa en los EEUU”. Pese a estos indicadores, el lobby de productores norteamericanos primaron y por eso en 2012 la Argentina recurrió al Órgano de Solución de Diferencias (OSD).

Hace poco más de un mes la OMC sacó una resolución preliminar favorable al país y criticó a EEUU por hacer caso omiso a las declaraciones de la OIE. Ahora se espera que en breve ese dictamen se convierta en un fallo firme, según supo ámbito.com de fuentes del organismo regulador de comercio mundial.

En caso de ser favorable, la reapertura no será inmediata, pero ambas partes deberán sentarse a negociar el flujo de ventas de carne, un negocio no menor a los u$s 350 millones. Pero desde el Gobierno saben que esa cifra puede engrosarse ya que no es sólo la apertura de embarques a EEUU, sino que esto destrabaría ventas a mercados importantes como el canadiense y el mexicano, con quienes se mantienen conversaciones avanzadas.

Hoy hay que hablar de un negocio potencial ya que desde 2006 hasta el año pasado, debido a los controles y pérdida de competitividad, las ventas de carne al exterior cayeron al punto que el país quedó fuera del top 10 de exportadores. Sin embargo, desde enero vienen creciendo a un ritmo acelerado que hicieron que en el primer trimestre del año ascendieran 48% respecto a 2014.

Ambito