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Visita de Estado da Presidenta Dilma Rousseff ao México – Cidade do México, 26 e 27 de maio de 2015

mayo 27, 2015

Visita de Estado da Presidenta Dilma Rousseff ao México
Cidade do México, 26 e 27 de maio de 2015

A Presidenta Dilma Rousseff realizará visita de Estado ao México nos dias 26 e 27 de maio de 2015. Na ocasião, manterá encontro de trabalho com o Presidente Enrique Peña Nieto e fará pronunciamento no Congresso mexicano e no encerramento do Seminário Empresarial Brasil-México, que reunirá empresários dos dois países.

Os dois mandatários examinarão a agenda bilateral e presidirão cerimônia de assinatura de acordos em áreas como facilitação de investimentos, serviços aéreos, meio ambiente, pesca e aquicultura, turismo e agricultura tropical. A Presidenta Dilma Rousseff e o Presidente Peña Nieto também avaliarão formas de incrementar e diversificar o intercâmbio comercial bilateral.

No âmbito da visita, missão empresarial participará de encontros setoriais e discussões com empresas e instituições homólogas mexicanas com vistas à promoção do comércio e dos investimentos bilaterais.

O Brasil e o México são as duas maiores economias latino-americanas. A corrente de comércio bilateral totalizou US$ 9 bilhões em 2014, registrando crescimento de 94% em relação a 2004. O Brasil é o maior investidor latino-americano no México e o segundo principal destino dos investimentos mexicanos no exterior. A quase totalidade (97%) da pauta comercial corresponde a produtos industrializados de alto valor agregado para ambos os países.

 

Visita de Estado de la Presidenta Dilma Rousseff a México
Ciudad de México, 26 y 27 de mayo de 2015

La Presidenta Dilma Rousseff realizará visita de Estado a México los días 26 y 27 de mayo de 2015. En esa ocasión, tendrá una reunión de trabajo con el Presidente Enrique Peña Nieto y hará pronunciamiento en el Congreso mexicano y en el cierre del Seminario de Negocios Brasil-México, que reunirá a empresarios de ambos países.

Los dos líderes revisarán la agenda bilateral y presidirán la ceremonia de firma de acuerdos en áreas como facilitación de inversiones, servicios aéreos, medio ambiente, pesca y acuicultura, turismo y agricultura tropical. La Presidenta Dilma Rousseff y el Presidente Peña Nieto también evaluarán formas de aumentar y diversificar el comercio bilateral.

En el ámbito de la visita, una misión empresarial participará en encuentros sectoriales y discusiones con empresas e instituciones contrapartes mexicanas con el fin de promover el comercio y la inversión bilateral.

Brasil y México son las dos economías más grandes de América Latina. Los flujos comerciales bilaterales ascendieron a USD 9 mil millones en 2014, un incremento del 94% respecto a 2004. Brasil es el mayor inversionista latinoamericano en México y el segundo principal destino de las inversiones mexicanas en el exterior. Casi todo el comercio (97%) corresponde a productos industrializados de alto valor añadido para ambos países.

87% dos setores produtivos brasileiros defendem ampliação de acordo comercial com o México

mayo 27, 2015

Pesquisa da CNI ouviu representantes de indústria, agricultura e serviços. A negociação do acordo será debatida em encontro que ocorre nesta terça-feira (26), na capital mexicana, durante vista da presidente Dilma ao país

Levantamento feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com 43 associações representativas de setores da indústria, da agricultura e de serviços mostra que 87% defendem ampliação do acordo comercial com o México. O país, citado por 61% dos entrevistados, aparece em terceiro lugar entre os países/blocos que deveriam ter prioridade na agenda de negociações comerciais do Brasil. Em primeiro e segundo lugares aparecem União Europeia e Estados Unidos – ambos citados por 63% dos respondentes em uma lista de múltipla escolha. Os empresários defendem que o acordo seja mais abrangente e contemple a redução de barreiras para o comércio de serviços e aos investimentos.

Infográfico Brasil-MéxicoA negociação de um acordo comercial mais amplo será debatida nesta terça-feira (26), durante encontro entre de dirigentes de 50 empresas e representantes de associações setoriais brasileiras com empresários mexicanos na Cidade do México. Além da ampliação da parceria comercial, o encontro empresarial debaterá os investimentos e sua importância para o fomento de negócios bilaterais. O encerramento do seminário será feito pela presidente do Brasil, Dilma Rousseff, que estará em missão oficial ao país, e pelo presidente do México, Enrique Peña Nieto.

“O México é um parceiro muito importante para o Brasil. É hoje o quarto maior destino das exportações brasileiras de manufaturados. Precisamos de um acordo abrangente que inclua a liberalização do comércio de bens e serviços, a cooperação aduaneira e a promoção dos investimentos bilaterais. Precisamos da liderança do governo para adotar e executar uma estratégia ambiciosa de acesso aos mercados externos. Com a economia doméstica desaquecida, o Brasil precisa abrir novos mercados”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

​INSATISFAÇÃO COM O ACORDO ATUAL – Atualmente, o Brasil possui com o México um acordo automotivo (ACE 45) – renovado em março deste ano – e um acordo comercial de redução de tarifas (Acordo de Complementação Econômica nº 53) que abrange cerca de 800 produtos. Dos itens contemplados, apenas 45% têm tarifa zero. A pauta de exportações brasileiras para o país, no entanto, é bem mais ampla, chega a 5,6 mil produtos. Uma análise feita pela CNI mostra que apenas 10,5% das exportações brasileiras se beneficiam do acordo, contra 17,8% do lado mexicano. O baixo aproveitamento faz com que 88% dos setores consultados pela CNI considerem o atual acordo insatisfatório. Entre as associações ouvidas, 84% dizem enfrentar barreiras nas exportações, principalmente as tarifárias, mas, também sanitárias e técnicas.

​​COMÉRCIO ENTRE BRASIL E MÉXICO – O país é o quarto maior destino das exportações brasileiras de bens industriais, mas o Brasil tem perdido mercado para seus produtos por possuir desvantagens no acesso ao mercado mexicano, em função do grande número de acordos comerciais que o país possui. Dos US$ 400 bilhões importados pelo México em 2014, apenas US$ 3,7 bilhões foram vendidos pelo Brasil. As exportações brasileiras para o país em 2014 ficaram abaixo dos níveis de 2004. Com a perda constante nas exportações, desde 2009 o saldo comercial entre os países está negativo para o Brasil. Em 2014, o déficit chegou a US$ 1,7 bilhão.

El segundo mayor banco de China abrirá oficinas en Chile

mayo 26, 2015

El cronista

26/05/2015

El primer ministro de China, Li Keqiang, de visita oficial en Chile, destacó ayer que el desarrollo de los lazos entre ambos países siempre ha estado a la vanguardia de las relaciones entre China y América Latina, y resaltó en ese sentido el acuerdo para establecer en Chile este año el primer banco de liquidación del Renmimbi en la región. Se trata del Banco de la Construcción, el segundo mayor de China.
“La parte china ofrecerá a la parte chilena una cuota de 50 mil millones de yuanes para apoyar los proyectos de cooperación de las empresas de los dos países en capacidad productiva, con el deseo de que Chile desempeñe un papel de mayor relevancia en impulsar las relaciones entre China y América latina y el Caribe‘, apuntó Keqiang durante una conferencia magistral dada en la sede de la Cepal en Santiago.
Lo hizo tras la firma de diez acuerdos con la presidenta Michelle Bachelet en materia de colaboración económica, comercial, financiera y científica.
Keqiang destacó que Chile fue el pionero en establecer relaciones diplomáticas con China hace 45 años y posteriormente, el primero en firmar un TLC con el gigante asiático.
Por su parte el canciller chileno, Heraldo Muñoz, precisó que el primer ministro chino expresó a Bachelet la intención de invertir en áreas como energía e infraestructura. En ese aspecto, señaló el interés de participar en el corredor bioceánico para unir a Brasil con Chile a través de Paraguay y Argentina.
El acuerdo para poner fin de la doble tributación con China y la gratuidad de las visas turísticas entre ambos países destacan entre los pactos alcanzados.

Argentina y Brasil, más cerca de un acuerdo comercial

diciembre 5, 2013

EDICIÓN IMPRESA ECONOMÍA Y POLÍTICA 05.12.13 | 00:00

El Cronista

La Argentina y Brasil acercaron posiciones en las discusiones que llevan adelante para consensuar una propuesta para establecer un acuerdo comercial Mercosur-Unión Europea. Una delegación brasileña encabezada por el ministro de Desarrollo, Fernando Pimentel, se reunió ayer con el jefe de Gabinete, Jorge Capitanich, los ministros de Economía, Axel Kicillof, de Industria Débora Giorgi, y el secretario Legal y Técnico, Carlos Zanini.
“La reunión fue satisfactoria, aunque todavía quedaron algunos temas pendientes que seguiremos tratando en próximos encuentros”, anticipó a la prensa Marco Aurelio García, asesor del gobierno brasileño en relaciones internacionales. “La propuesta común para presentar ante la Unión Europea está marchando bien”, aseguró, tras la reunión que se extendió por casi dos horas en el Salón de Cuadros del Palacio de Hacienda.
El funcionario también se mostró esperanzando en lograr consenso en el comercio automotor y se manifestó optimista de lograrlo para 2014. En esta línea, hay temas pendientes como los reclamos por la importación de calzado: la Asociación Brasileña de Industrias del Calzado (Abicalzado) había hecho oír sus quejas por cerca de 700.000 pares frenados en la frontera. Las reuniones continuarán hoy y luego se repetirían en Brasil.
Si bien no hubo una palabra oficial al respecto, sobre la postura conjunta de comercio Mercosur-Unión Europea, trascendió que la Argentina habría flexibilizado su posición, lo cual habría sido el factor central del acercamiento. Este nuevo escenario se habría generado tras la salida del secretario de Comercio Interior, Guillermo Moreno
La Argentina había presentado hace dos semanas una oferta limitada al resto de los socios del Mercosur, con la idea de unificar posiciones de modo de elevar una propuesta única a la UE antes de fin de año. La situación causó un serio conflicto entre ambos gobiernos, ya que Brasil, junto con Uruguay y Paraguay, pretenden avanzar en un grado de ambición importante en un intercambio de listas de productos.

Argentina entrega proposta parcial à UE e frustra Brasil

noviembre 22, 2013

22 novembro 2013

publicado por Valor Econômico

Por Daniel Rittner | De Brasília

O governo argentino frustrou negociadores brasileiros e apresentou uma proposta incompleta aos demais sócios do Mercosul para levar adiante as discussões de um esperado acordo de livre comércio com a União Europeia.

 

Antes de levar qualquer coisa aos europeus, o Mercosul faz um esforço para coordenar suas próprias posições. A Argentina deixou de fora da sua proposta três dos quatro eixos que costumam formar um acordo: serviços, investimentos e compras governamentais. Ela só apresentou, nas discussões internas do Mercosul, uma oferta de bens. Ou seja, especificou quais produtos importados da UE poderão ter suas tarifas de importação eliminadas – e em quanto tempo. Mas não fez nenhuma menção à abertura do mercado de serviços, à proteção de investimentos e a margens de preferências em suas licitações públicas para fornecedores europeus. Os demais parceiros do bloco sul-americano fizeram o dever de casa completo e incluíram as quatro áreas na proposta de acordo. Só a Venezuela, que ainda se adapta à tarifa externa comum, está fora das discussões.

 

O compromisso de entregar uma oferta de liberalização comercial à UE, até o fim de dezembro, foi assumido por todo o bloco. O Paraguai, mesmo ainda estando formalmente fora do Mercosul, e o Uruguai já haviam fechado suas propostas. A Argentina vinha fazendo suspense em torno de sua posição nas negociações. Na semana passada, enviou a Brasília uma delegação de ministros para reiterar o interesse em evoluir nas negociações.

 

Logo em seguida, entretanto, houve decepção com o que os argentinos realmente colocaram sobre a mesa. Na sexta-feira, numa reunião em Caracas, o aborrecimento dos técnicos foi tão grande que o encontro acabou horas antes do término previsto.

 

Além de não incluir em sua proposta três áreas importantes em qualquer acordo de livre comércio, o governo argentino levou aos demais sócios do Mercosul uma oferta de eliminação de tarifas que cobre um nível de comércio tido como insuficiente para avançar nas discussões com a UE. Os europeus exigem o fim das alíquotas sobre cerca de 90% de suas exportações ao bloco sul-americano. Uruguai e Paraguai já superaram esse patamar em suas propostas. A Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou uma oferta do Brasil que abrange 87% do comércio. O compromisso argentino ficou abaixo disso.

 

O governo brasileiro tem preferência por conciliar posições e chegar a uma proposta conjunta do Mercosul, mas já levou a Buenos Aires a mensagem de que isso seria impossível com o atual nível de ambição da Argentina.

 

A dúvida, entre os negociadores brasileiros, é se a Argentina deu sua posição definitiva ou ainda está aberta a melhorar sua oferta e incluir as demais áreas. Se não houver melhorias, a única alternativa será ter uma proposta conjunta do Mercosul que envolva as regras gerais do acordo, mas com velocidades diferentes de abertura comercial com a UE. O tempo é curto: o Itamaraty e o Ministério do Desenvolvimento, que coordenam as negociações do lado brasileiro, querem levar essa proposta até o dia 15 de dezembro.

 

Para dar peso político à apresentação da oferta de acordo, os ministros Luiz Alberto Figueiredo e Fernando Pimentel cogitam levar pessoalmente a proposta, em Bruxelas – sede da Comissão Europeia. O Brasil fará uma oferta com ou sem a Argentina.

Valor Econômico – Dilma ensaia estratégia para política externa / Coluna / Sergio Leo

noviembre 11, 2013

Sergio Leo é jornalista e especialista em relações internacionais pela UnB. Escreve às segundas-feiras

O interesse pela associação com o Brasil une as duas principais candidatas que, na próxima semana, se confrontam pela presidência do Chile. A conservadora Evelyn Matthei informou à revista “Qué Pasa” que gostaria de fazer ao Brasil sua primeira viagem após eleita.

Michelle Bachelet, a favorita, já mandou mirar o Brasil como modelo a copiar em matéria de política social e quer o país como aliado econômico, político e estratégico. Seus colaboradores afirmam que a candidata socialista quer apoio brasileiro para rever os rumos de acordos negociados pelo atual presidente chileno, Sebástian Piñera, como a Aliança do Pacífico, com México, Peru e Colômbia.

“A conexão com o Brasil é muito importante, e lastimamos a ausência do país na Aliança do Pacífico”, diz o economista Álvaro Diaz, ex-ministro e ex-embaixador no Brasil, engajado na campanha de Bachelet.

O programa de governo de Bachelet prevê uma “revisão” da adesão do país à Parceria TransPacífico (TPP, de Transpacific Partnership), iniciativa de negociações comerciais lançada pelos EUA e países asiáticos – que exclui parceiros importantes do Chile, como China, Japão, Coreia e Brasil. Como o Chile já tem acordos de livre comércio com os países da TPP, o novo acordo tende a trazer muitos custos e poucos benefícios, avalia Diaz.

O embaixador chileno no Brasil, Fernando Schmidt, que, nos últimos meses, visitou federações industriais de pelo menos cinco grandes Estados brasileiros, comenta que o atual governo não perdeu interesse pelo Brasil, que absorve cerca de 20% das exportações chilenas e cada vez mais investimentos do país vizinho. “Queremos estabelecer todas as pontes possíveis. Mercosul e Aliança do Pacífico não são contraditórios”, afirma.

Nem todos os envolvidos na discussão pensam assim: o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, mesmo negando oposição entre os dois blocos, fez questão de dizer que a Aliança seria o “novo motor econômico da América Latina”, em clara contraposição ao claudicante bloco liderado pelo Brasil.

A verdade é que, após um começo entusiasmado, o governo Piñera arrefeceu seus gestos em direção ao Brasil. Mas, seja quem for a futura mandatária chilena, seus esforços de aproximação com o Brasil serão plenamente correspondidos pelo governo brasileiro.

Em uma das conversas recentes com o recém-nomeado ministro de Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, Dilma, que visita hoje o Peru, reclamou do que ela considera ser uma resistência da diplomacia nacional à Aliança do Pacífico, e disse querer uma aproximação com o grupo, em iniciativas como projetos de infraestrutura.

Figueiredo recebeu a missão de fazer um “livro branco” da política externa, como existe para a política de defesa, com prioridades, orçamento e metas viáveis para o que resta do mandato de Dilma e além. O reforço dos laços com a América do Sul está, claro, no topo da lista prioritária, mas Dilma se mostra cansada de retórica. Quer, entre outras iniciativas, a retomada de negociações para aprofundar os acordos de livre comércio de mercadorias existentes entre o Brasil e todos os países da América do Sul. O Brasil já libera o acesso de mercadorias aos vizinhos, mas alguns, como Colômbia e Peru, relutam em se abrir à competição da indústria brasileira.

Está prevista, também, a exploração de alternativas bilaterais capazes de fazer o país caminhar para um acordo de livre comércio amplo com os vizinhos andinos, com negociações sobre liberalização de serviços e proteção a investimentos, por exemplo. Por determinação da presidente, o Itamaraty reformulará as funções da Secretaria de Planejamento Diplomático, que será comandada pelo diplomata e escritor Maurício Lyrio e passará a elaborar projetos estratégicos para orientar a política externa.

É um reconhecimento, ainda que tardio, da importância de sinalizar com maior clareza os interesses e intenções do Brasil no mundo, em seu novo papel de potência emergente.

Fortalecer a relação entre os países do Mercosul e os andinos, e investir em infraestrutura na região é exatamente o que quer Bachelet. Os chilenos falam em negociar, por exemplo, um acordo bilateral de compras governamentais, concedendo nos dois países as vantagens em licitações e aquisições de governo concedidas aos fornecedores locais. O programa de governo da franca favorita nas pesquisas para a presidência no Chile enfatiza o esforço de levar os países sul-americanos a negociações em bloco com os asiáticos, e vê o Chile como “país-ponte”, ou “país-porto” entre as duas regiões.

Essa ambição exige que a presidência chilena cumpra também outra tarefa prioritária: resolver as pendências com Peru e Bolívia em relação aos interesses desses países no Pacífico (acesso ao mar para os bolivianos, definição da zona de cada país no litoral marítimo, para os peruanos). Um dos caminhos apontados pela equipe de Bachelet para a aproximação política entre os países a região é a Unasul, associação prioritária também para o Brasil.

A ascensão de Bachelet ocorre em um momento importante de revisão da política externa brasileira. Um consequência previsível será pôr em xeque a divisão, em termos ideológicos e econômicos, vista atualmente entre os sul-americanos do litoral Atlântico e os do Pacífico.

Acusan al país por la falta de un tratado entre UE y Mercosur

diciembre 14, 2012

El comisario europeo de Comercio, Karel De Gucht, adjudicó al “comportamiento” de la Argentina el freno en las negociaciones entre el bloque económico europeo y el Mercosur para alcanzar un tratado de libre comercio.
“No entiendo por qué insistieron tanto en reabrir las negociaciones en 2010 y ahora algunos de sus miembros tienen un comportamiento que no ayuda a ninguna negociación”, enfatizó el comisario en alusión a la Argentina y sus trabas comerciales.
En un encuentro con periodistas en Ginebra, De Gucht dijo que la Unión Europa (UE) fue “forzada a ir a la Organización Mundial del Comercio (OMC) contra Argentina en varios procesos, junto a Estados Unidos, Japón y México”, por las trabas a las importaciones que aplica la Argentina.
“Esto no está ayudando a crear el clima adecuado para una negociación que lleve a un acuerdo de libre comercio”, apuntó el comisario, detalló la agencia EFE.
La Argentina tiene siete procesos abiertos ante la OMC, en los últimos seis meses, en una “guerra comercial” que nace de las políticas de importación locales, que son tildadas como proteccionistas y contrarias al espíritu del libre comercio.
El gobierno de Cristina Fernández de Kirchner replicó con la presentación de denuncias ante ese organismo y contra las mismas naciones por impedir el ingreso de productos argentinos en Estados Unidos y Europa, por caso.
Más allá de sus quejas. el comisario de comercio de la UE mostró su “esperanza” en conseguir algún dato positivo la próxima reunión entre ese bloque y el Mercosur, a realizarse en enero en Santiago de Chile, en el marco de la Cumbre de la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (Celac).

fuente: el cronista